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Distrito de Viseu

Monumentos e locais a visitar

 
Castro de Goujoim - Armamar

CulturaSituado numa elevação rochosa sobranceira a Goujoim, a 820 metros de altitude, é o complexo arqueológico mais conhecido do concelho. Neste local são bem visíveis restos de muralhas, algumas com bastante extensão e bem conservadas, e ainda as ruínas de uma torre de vigia. Próximo do castro, situa-se uma necrópole e também um marco milenário, um dos três únicos exemplares existentes na Península Ibérica.

Igreja de São Miguel (Matriz de Armamar)

CulturaA Igreja de São Miguel (ou Matriz  de Armamar), cuja construção remonta possivelmente ao século XII, é o único monumento nacional do concelho de Armamar.
Egas Moniz foi senhor de uma propriedade na Queimada, freguesia contígua a Armamar, atribuindo-se-lhe a fundação da Igreja Matriz de Armamar, na freguesia de São Miguel, no local onde já existia uma Ermida da mesma invocação, sendo construída com pedras provenientes do Castelo.
A Igreja sofreu várias intervenções posteriores à construção nos séculos XVII e XVIII. Construída numa combinação de estilos românico e gótico, possui planta rectangular, com três naves e torre sineira de planta quadrada.
Tanto a fachada como o interior estão construídos em cantaria de granito. Na parte posterior situa-se a capela-mor com cobertura em quarto de esfera.

O monte da Sra. da Graça - Armamar

CulturaÉ um dos cartazes turísticos de Armamar. Daqui se avista grande parte do espaço do Município, com destaque para a paisagem característica da parte sul repleta de pomares de macieiras. Aqui se realiza a 15 de Agosto a festa em honra da Sra. da Graça.

Igreja da Ermida

CulturaClassificada como Monumento Nacional, desde 1916 (Decreto nº 2303, DG 60 de 29 de Março), localiza-se nas encostas do Rio Paiva, sendo a única estrutura pertencente ao antigo Mosteiro da ordem premonstratense de Santa Maria da Ermida de Riba Paiva, que resistiu incólume à passagem do tempo.
Esta igreja foi fundada no séc. XII por D. Roberto, monge francês, e era constituída pela igreja e um mosteiro anexo, do qual restam algumas ruínas dos seus claustros.
Também é conhecida por Templo das Siglas, devido aos numerosos símbolos gravados nas pedras que formam este monumento. Pensa-se que estes símbolos são as marcas dos cantoneiros que trabalharam na construção do templo, servindo como método para contabilização do trabalho de cada artífice.

Capela das Carrancas - Castro D'aire

CulturaFoi construída em 1776, a mando de D. Manuel de Vasconcelos Pereira, Bispo de Lamego natural de Castro Daire, em conjunto com a Casa da Cerca que se ergue ao lado, servindo-lhe de capela privativa.
A capela destaca-se pela sua planta octogonal, principalmente se considerarmos o facto que este tipo de arquitectura é típica da zona de Braga e Coimbra durante o período da restauração e depois, mais tarde, associadas à figura da Rainha e regente D. Luísa de Gusmão.
Aos seus pés desenvolve-se a Fonte das Carrancas, formando uma magnífica composição com a capela no plano superior.
Uma abóbada de berço abriga o chafariz, tendo ali sido inscrito um brasão.

Ruínas da Muralha das Portas de Montemuro

CulturaAs ruínas da Muralha das Portas do Montemuro é um sítio arqueológico e está considerado como Imóvel de Interesse Público desde 1974. A estação arqueológica é partilhada com o concelho de Cinfães.
No século XIII já era mencionado nas Inquirições de 1258. Segundo vários autores, o sítio apresenta parcos vestígios de um povoado fortificado da Idade do Ferro, podendo-se considerar como fazendo parte da cultura castreja. Posteriormente, o Castro terá sido reutilizado pelos romanos e durante a Reconquista por D. Afonso Henriques (alguns dos terrenos cincundantes terão pertencido a Egas Moniz).
As primeiras referências ao topónimo Portam de Muro surgem no século XIII, no foral que Egas Gosendes concedeu à Vila de Bustelo.
Portas refere-se a um ponto de passagem e Muro à muralha do povoado. Também era designado pelos pastores e caçadores como Muro das Portas ou apenas Muro.
Existe uma capela perto do local que apresenta características adoptadas pela religião cristã dos locais sagrados ou supostamente sagrados da época pagã.

Santuário de Nossa Senhora dos Remédios

CulturaNo local onde foi erigida a capela–mor de Nossa Senhora dos Remédios existia uma pequena ermida, mandada construir pelo bispo D. Durando, em 1361, dedicada a Santo Estêvão.
Em 1568, o bispo de Lamego D. Manuel de Noronha autorizou a demolição da velha ermida e, no local onde actualmente se situa o Pátio dos Reis, mandou erguer outra sob invocação de Nossa Senhora dos Remédios. Esta capela acabou por ser também demolida para se erguer o actual Santuário, cuja primeira pedra foi assente em 1750, por iniciativa do cónego José Pinto Teixeira.
O edifício do Santuário é uma construção em estilo barroco toda trabalhada em granito, deslumbrando pela elegância do estilo, imposta pela criatividade do autor do projecto que se acredita ter sido Nicolau Nasoni.
A talha é setecentista. O retábulo da capela-mor atrai pelo seu emolduramento, constituindo um quadro original dentro dos entalhamentos portugueses, no centro do qual se encontra a Imagem de Nossa Senhora dos Remédios. De salientar, igualmente, os altares laterais de S. Joaquim e de Santa Ana. Ainda, no interior do templo, podem admirar-se belos painéis de azulejos, bem como interessantes vitrais que enriquecem as paredes do corpo principal e da capela-mor.
O frontispício do Santuário é a parte mais admirável de todo o edifício, fascinando todos os que se quedam a admirar o fulgor e génio criativo ali patente. Todos os adornos, tão elegantemente refinados no granito, são admiráveis.
No adro da igreja, do lado sul, existe uma harmoniosa fonte toda esculpida em granito da região, com desenho de Nicolau Nasoni, datada de 1738.
Levantada sobre o patim, onde terminam os últimos degraus da escadaria, já no adro, em frente do templo, pode ver-se a cruz monolítica, de finíssimos ornamentos. O autor do livro “História do Culto de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego”, do Cónego José Marrana – obra incontornável e de indispensável consulta para quem melhor quer conhecer o Santuário, Escadório e Parque dos Remédios – considera esta peça “a coroa maravilhosa de toda a obra da escadaria, que se impõe e domina pela delicadeza das suas linhas e da sua traça escultural”.
As duas torres – com projecto do arquitecto Augusto de Matos Cid – iniciaram-se muito mais tarde. A do lado sul começou a ser construída em 1880, vindo a torre do lado norte a concluir-se apenas em 1905.
A escadaria iniciou-se em 1777 mas as obras só vieram a terminar no século XX.
O quadro mais grandioso da escadaria é sem dúvida o denominado “Pátio dos Reis” – obra arquitectónica admirável, formada pela Fonte dos Gigantes, no centro da qual se eleva um esplêndido obelisco, com cerca de 15 metros de altura. Este pátio é rodeado de várias estátuas que representam os 18 últimos nomes da casa de David. Também notáveis são os dois pórticos que dão acesso lateral para este amplo terreiro.
De mencionar, também, o pátio de Nossa Senhora de Lurdes ou de Jesus Maria José, onde existe uma capela que o seu fundador dedicou à Sagrada Família. Mais tarde, a Irmandade mandou colocar ali a imagem de Nossa Senhora de Lurdes. Sobre a porta da bonita capela está o brasão do bispo D. Manuel de Vasconcelos Pereira, seu edificador.
Em frente desta capela encontra-se a fonte da Sereia, cujo nome advém do facto de ter a adorná-la uma escultura de um tritão montado num golfinho – figura que para o comum dos visitantes se assemelha a uma sereia. De referir ainda, na escadaria, a monumental Fonte do Pelicano em granito lavrado. Particularmente interessante nesta fonte é a escultura do pelicano
A arborização do parque, a gruta, bem como o lago e ponte, foram encomendadas pela Irmandade à Companhia Hortícola do Porto em 1898. A gruta do fundo foi construída em 1910 por um artista de Arneirós.
O parque, cortado por várias veredas e com vários recantos com mesas para merendas, possui variadíssimas espécies de árvores, tais como: teixos, ciprestes, olaias, acácias, tílias, choupos, faias, carvalhos, eucaliptos, ulmeiros, medronheiros, castanheiros e tantas outras.

Vasco Fernandes (Grão Vasco)

CulturaDo núcleo de pintura do Museu de Lamego, merece especial referência o Políptico da Sé de Lamego que fazia parte do retábulo encomendado a Vasco Fernandes - O Grão Vasco - em 1505, pelo bispo de Lamego, D. João de Madureira.Permaneceu armado na capela-mor até à segunda metade do século XVIII, altura em que tiveram as tábuas de ser desligadas por ocasião das obras ali realizadas, perdendo-se a maior parte. Dos vinte painéis primitivos apenas restam cinco: Criação dos Animais, Anunciação, Visitação, Apresentação no Templo e Circuncisão.
Estas pinturas encontram-se entre as melhores produzidas por Vasco Fernandes.

Igreja de Balsemão - Lamego

CulturaÉ o templo mais antigo de todos os monumentos de Lamego. De raro valor histórico e arqueológico, a igreja de S. Pedro de Balsemão conserva grande parte da sua traça original e a grandiosidade do seu interior preserva o ambiente misterioso de épocas distantes.

Sé Catedral

CulturaÉ uma construção românica, até à altura dos sinos (séc. XII-XIII), possuindo frestas interessantes do mesmo período, com especial destaque para a notável fresta que se abre do lado nascente. A parte cimeira é já obra do séc. XVI, da iniciativa do bispo D. Manuel de Noronha que ali deixou gravada a sua pedra de armas. A Torre serviu de cadeia por muito tempo, até que o Bispo D. Frei Feliciano de Nossa Senhora resolveu retirar o cárcere, "tenebroso, que mais parecia sepultura de mortos

Frescos de Nasoni

CulturaQuando pelo ano de 1737 se concluíam as obras do interior da Sé, foi chamado a Lamego o mestre italiano Nicolau Nasoni para pintar as abóbadas. As esplendorosas pinturas recordam cenas do Velho Testamento.

Fonte dos Gigantes

CulturaSituada no Pátio dos Reis, a Fonte dos Gigantes é parte integrante de um quadro de grande valor arquitectónico.
Ao centro deste majestoso pátio ergue-se um formoso obelisco (com cerca de 15 metros de altura e que é sustentado por quatro formidáveis gigantes, pela boca dos quais saem fios de água que vai alimentar uma taça de grande volume.
Trata-se, de facto, de um quadro invulgar e de grande beleza, admirado pelos mais exigentes e que constitui, sem dúvida, uma das peças mais emblemáticas de toda a obra da escadaria e do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

Fonte Monumental "O Lamego"

CulturaFoi inicialmente erguida em 1830, no antigo Campo do Tablado (actual Jardim da República) mas devido às obras de alargamento deste jardim, foi apeada em 1923 e erguida no actual local em 1924. Porém, com os acrescentes laterais e arremates, só ficaria totalmente concluída em 1928.
O acesso às duas bicas faz-se por amplas escadas laterais, tendo a encimar este grandioso fontanário, uma estátua de um guerreiro armado de alabarda e cujo escudo ostenta as armas da cidade de Lamego.

Fonte da Sereia

CulturaA Fonte da Sereia foi mandada executar pela Mesa da Irmandade de Nossa Senhora dos Remédios em 1886. É uma obra do mestre Manuel Domingues Barreira, tendo sido concluída em 1889.
Edificada num dos patamares da escadaria do Santuário dos Remédios, mesmo em frente à capela de Nª Sr.ª de Lourdes, a fonte é uma construção quadrangular, bem trabalhada no granito e com elementos decorativos de singular beleza.
Dentro do nicho, a água escorre a partir de três conchas para uma taça em forma de leque, despenhando-se num grande reservatório circular.
Especialmente atraente é a escultura de um tritão montado num golfinho que repousa sobre a taça ao centro, daí surgir a designação popular de Fonte da Sereia.
Em 1955, a escultura do tritão foi transferida para o lago da gruta do fundo do parque e no seu lugar foi colocada uma imagem do Sagrado Coração de Jesus. Porém, em 1986, a Irmandade transferiu de novo o tritão para o primitivo lugar, colocando a Imagem de mármore do Sagrado Coração no recinto das peregrinações situado nas traseiras do Santuário.

Ponte Romana de Ariz

CulturaTrata-se de uma ponte romana composta por dois arcos. O mais pequeno encontra-se quase soterrado. O tabuleiro em cavalete é composto por lajes graníticas. Não tem guardas. Este monumento mede cerca de 45 metros de comprimento e 4,50 metros de largura.

Necrópole Medieval de Casal dos Moiros

CulturaSepultura antropomórfica, Soutosa, Peva. Trata-se de uma das oito sepulturas escavadas na rocha de Casal dos Moiros, em Soutosa (freguesia de Peva).
Este tipo de enterramento será dos tempos da Reconquista e Repovoamento do nosso território (enquadrando-se entre os séculos VI e XII) e corresponde a um ritual de inumação. A encerrar o túmulo, colocava-se uma tampa monolítica ou várias lajes de pequena dimensão dispostas horizontalmente. No que respeita à sua morfologia, estas sepulturas podem assumir a forma não antropomórfica (as que não apresentam a feição do corpo e que podem ter configuração ovalada, rectangular ou trapezoidal) ou antropomórfica (as que manifestam a forma humana).

Casa Museu de Aquilino Ribeiro, Soutosa (Peva)

CulturaFoi uma das casas em que viveu Aquilino Ribeiro, ilustre figura da Literatura Portuguesa Contemporânea. Esta casa situa-se na Rua da Capela na povoação de Soutosa, freguesia de Peva. A sua construção data do século XIX e está classificada como Imóvel de Interesse Público, pelo Despacho de Julho de 1985.

Castro de Sanfins

CulturaTambém conhecido por Castro de Paredes Secas, o Castro de Sanfins, freguesia de Paçô, encontra-se a 855 metros de altitude e transmite-nos perfeitamente a imagem dos povoados fortificados. Possui vestígios de casas de planta circular, quadrangular, oval e ainda duas linhas de muralhas.
Terá sido ocupado desde a Idade do Ferro até à Alta Idade Média, como se conclui dos vestígios arqueológicos encontrados, nomeadamente inúmeros fragmentos de cerâmica doméstica, decorada, moedas romanas de prata e cobre, mós, objectos de ferro, bronze e cobre.

Santuário de Santo Antão, Peva

CulturaOuteiro elevado, com 841 metros de altitude, situado a Oeste da povoação de Peva, da qual dista cerca de 400 metros. No cimo foi construída a capela dedicada a Santo Antão, donde se contempla uma maravilhosa paisagem.

Dólmen de Arca e o Dólmen de Antelas

CulturaO último, pelas pinturas que ostenta na superfície dos seus esteios, a vermelho e a negro, com mais de 5 000 anos, é considerado uma jóia valiosíssima da pintura rupestre europeia.
Da Idade dos Metais, abundam vestígios de castros e fortificações defensivas, como o Murado da Várzea.
Contemporâneas da época castreja, podemos encontrar gravuras e insculturas rupestres. São sinais gravados em lajes graníticas, das quais se destacam a Pedra das Ferraduras Pintadas, que as gentes locais interpretaram como sendo os “pés de todos os animais que havia em outro tempo” (laje onde as “mouras traziam o ouro ao sol”); a Pedra dos Cantinhos, onde, segundo o povo, estão representados moinhos de vento e alfaias agrícolas, como pás, enxadas e gadanhas.

Via Romana

CulturaNa via romana, também conhecida por estrada “velha” ou do “peixe”, durante séculos cruzaram-se almocreves, que forneciam de peixe as gentes da serra, e peregrinos a caminho de Santiago de Compostela, que na Albergaria de Reigoso encontravam o acolhimento de uma refeição, o calor do fogo, a frescura da água e o conforto de uma cama.

Casa de Brasileiro

CulturaTambém o património arquitectónico é rico, encontrando-se disseminados por todo o concelho, notáveis edifícios. Solares e casas apalaçadas, casas do Brasileiro e de casas de matriz rural beirã, reflectem influências diversificadas que marcaram diferentes épocas.
Espalhados pelo concelho, no interior das povoações, em lugares isolados, ao longo de caminhos, em propriedades particulares, encontram-se diversos edifícios e monumentos de cariz religioso, como igrejas, capelas, cruzeiros, estelas funerárias e alminhas.

Igreja de Souto de Lafões

CulturaIgreja de Souto de Lafões, pelos vestígios românicos do exterior e pela riqueza artística da talha dourada, das pinturas e dos frescos medievais.
Reflexo da religiosidade das populações locais, às festas religiosas e romarias, acorrem muitos fiéis em busca de ajuda divina. A devoção à Senhora Doloros aultrapassou as fronteiras da freguesia de Ribeiradio e a sua romaria é das mais concorridas da região.

Caldas de Aregos

CulturaModerno e atractivo, assim se poderá caracterizar o Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos: cais de acostagem, plataformas flutuantes, piscina fluvial, campo de vólei de praia, restaurante-bar e esplanada e onde poderá praticar várias actividades náuticas. As Termas de Caldas de Aregos possuem uma reputação conceituada e as suas águas termais reconhecidas propriedades terapêuticas.

Igreja de Santa Maria de Barrô

CulturaA fachada da Igreja é uma das mais curiosas e notáveis entre as dos templos coevos inter-amnenses e beirões e, como em S. Martinho de Mouros, o seu tipo é desusado na região.

Igreja Mosteiro de Santa Maria de Cárquere

Cultura A torre, atribuída a fins do século XII para o Século XIII, aparece-nos de frente, "maciça e ameada, escurecida e tristonha, em toda a sua imponência de atalaia serrana."

Fraga d’aia e Dólmen de Areita - Paredes da Beira - S. João da Pesqueira

CulturaA Estação Arqueológica da Fraga d'Aia (pinturas rupestres), e o Dólmen de Areita (nas proximidades), com outros vestígios visíveis ao redor da antiquíssima povoação, são a prova dessa ocupação. Este Dólmen corresponde a um dos maiores monumentos do género existentes na Beira Alta, sendo composto por uma câmara poligonal, de sete esteios, e corredor de acesso de médias dimensões

Castro da Cárcoda ou Castro da Carcola-S.Pedro do Sul

CulturaOcupando uma área de cerca de 10 hectares, encontra-se situado junto à localidade de Carvalhais, no concelho de São Pedro do Sul, nas encostas da serra da Arada, a 610 metros de altitude e é composto por várias dezenas de casas e por pinturas rupestres espalhadas por quinze rochedos.
O Castro da Cárcoda apresenta, como defesas naturais, a ribeira de Contença e a ribeira de Varosa, e como defesa edificada, uma muralha e um fosso que era inundado em caso de perigo.
As casas deste castro têm planta circular, oval ou rectangular, apresentando algumas um átrio rodeado por um muro. As paredes eram constituídas por pequenas pedras assentes em barro e o seu teto era formado por materiais vegetais, tendo sido mais tarde utilizada a telha romana. Neste castro eram utilizadas lareiras, pias e silos.
Na zona do castro foram encontrados objectos líticos, materiais em bronze e ferro, moedas romanas, fragmentos de vidro e cerâmica vária.
Este castro terá a sua origem no Bronze Final e terá sido ocupado até finais do século III. O castro foi estudado pelos Doutores Amorim Girão e Bairrão Oleiro de Coimbra e pelo Professor Correia Tavares de Viseu (cinco campanhas arqueológicas)

Convento Franciscano de São José

CulturaDe arquitectura barroca, de cariz franciscano, a sua construção teve início em 1751. Com a conclusão das obras em 1755, os religiosos começaram a ocupá-lo. Em 1886 a Câmara Municipal ocupou as instalações, onde ainda permanece.

Igreja Matriz - Sarzeda

CulturaA Igreja Matriz foi levantada no século XVII,  com o fundamental da traça actual, pelo Comendador da Ordem de Malta. Sobre a parede da capela-mor coberta pelo retábulo petrino de talha barroca, escondem-se duas belíssimas pinturas a fresco representando S. Bartolomeu e uns Santos Mártires. Tem ainda uma belíssima imagem da Senhora do Rosário, de pedra de Ançã, policromada.

Solar dos Carvalhos - Sernancelhe

CulturaÉ uma fidalga moradia dos meados do séc. XVIII mandada levantar por Paulo de Carvalho, tio do Marquês de Pombal, ao pé das ruínas da antiga casa.
Situa-se por detrás da igreja Matriz de Sernancelhe. É uma fidalga moradia dos meados do séc. XVIII mandada levantar por Paulo de Carvalho, tio do Marquês de Pombal, ao pé das ruínas da antiga casa. A arquitectura do solar, que constitui um dos belos exemplares a reflectir uma feição barroquizante no tratamento de alguns elementos decorativos, distribui-se por dois corpos quase simétricos unidos por uma capela de gosto rococó, com a característica concha dourado da cantaria e a brancura dos panos de muro caiados. Possui na fachada principal um brasão de armas, que além das armas dos carvalhos parece documentar a origem de alta clerezia, a que pertencera o proprietário e mandante. Este solar foi construído em parte sobre as ruínas da casa onde viveu parte da sua infância o Marquês do Pombal.

Sé de Viseu

CulturaA Sé é uma das construções mais antigas de Viseu. Não se sabe ao certo quando se terá iniciado a sua construção. As referências mais antigas datam de 1094-1114, período de governo do Conde D. Henrique, que a terá mandado construir, ou então iniciou obras de reforma da catedral. As características românicas, que hoje apresenta, datarão dessa altura.
A torre do relógio é românico-gótica, a fachada central e a torre dos sinos são maneiristas do séc. XVII-XVIII (autor-arquitecto de Salamanca, J. Moreno). Esta fachada substituiu uma fachada manuelina que existiu até 1635. Na interior da Sé encontramos as colunas encimadas por arcos ogivais, que suportam a abóbada dos nós do séc. XVI (autor João de Castilho). Os claustros inferiores da Sé datam do séc. XVI; os claustros superiores datam do séc. XVIII. Os vários portais do claustro inferior são românico-góticos. Os azulejos do claustro da Sé são dos fins do séc. XVI, início do séc. XVII e também merecem alguma atenção. No andar superior da Sé, existe o Museu de Arte Sacra, que é constituído pelo antigo tesouro da Sé e está localizado em dependências dos claustros, nas salas nobres do Cabido, lugar onde terão sido as casas de S. Teotónio, prior da Sé. Destes cofres de Limoges do séc. XIII, imagens, cruzes, hostiários, relicários e inúmeras peças de ouro e prata constituem o valioso património deste museu.

Cava de Viriato

CulturaAcampamento romano de planta octogonal, com mais de 2Km de perímetro e 38 hectares de área. Dos primitivos muros restam quatro lados relativamente bem conservados. Os muros mediram cerca de 9m de altura e eram rodeados por fosso com 8m de largura e profundidade que se desconhece. Restam ainda vestígios do fosso de três lados da Cava. Construído nos séculos II ou I a.C., possivelmente por Décimo Júnior Bruto ou Cássio Longino. É o maior acampamento militar da Península Ibérica.

Orca das Pramelas - Nelas

CulturaClassificada como Imóvel de Interesse Público desde 2002, este interessante Monumento Megalítico, situa-se na região de Canas de Senhorim, concelho de Nelas.
Estudada desde 1985, a Orca de Pramelas revelou-se ser sepulcro megalítico formado por câmara funerária de planta trapezoidal, composto de nove esteios, dos quais três comporiam a cabeceira, acedendo-se por um corredor com sete esteios. Seria coberto por uma mamoa, hoje em dia desaparecida. Pensa-se que este monumento terá sido construído há cerca de 6.000 anos, tendo as escavações arqueológicas posto a descoberto vestígios de artefactos em sílex, como machados e outras armas, bem como um colar de contas de xisto.

Santuário de Nossa Senhora da Esperança - Tondela

CulturaO bonito Santuário de Nossa Senhora da Esperança localiza-se num Monte com o mesmo nome, a cerca de 1km de distância de Mouraz, no belo concelho de Tondela.
Anualmente, a 5 de Agosto, tem lugar a Festa em homenagem a Nossa Senhora da Esperança, reunindo no Santuário um grande número de fiéis e visitantes, com ponto alto na Romaria desde a Igreja Matriz de Mouraz até ao Santuário, e nos espectáculos de música e dança

Igreja Matriz de Vouzela - Vouzela

CulturaEsta pequena igreja localiza-se num local agradável, na raiz do monte de Nossa Senhora do Castelo. É um do templos da Beira Alta que ainda mantém a estrutura arquitectónica medieval, apesar dos inúmeros acrescentos feitos em épocas posteriores.
Considerada monumento nacional, a Igreja Matriz de Vouzela concentra variados elementos, de extrema beleza, que valem a pena uma visita.

Convento de Nossa Senhora da Purificação (Moimenta da Beira)

CulturaO convento, com a fachada voltada para um amplo largo, situa-se num ambiente urbano. Sobre as grades do coro alto pode ser admirado um belo painel de azulejos.

Capela / Miradouro de S. Antão

CulturaTemplo dedicado a Santo Antão e donde se contempla uma maravilhosa paisagem. Situa-se na freguesia de Peva.

Igreja de Arnas (Sernancelhe)

CulturaIgreja seiscentista, dedicada a Nossa Senhora da Conceição, foi construída num granito levemente dourado. Destacam-se, pela sua extrema beleza, os altares e o tecto da nave, no qual se pintou uma enorme imagem de Nossa Senhora da Conceição, com uma particular iconografia onde um dragão aparece ferido por um raio de fogo atirado por uma criança.

Igreja do Mosteiro de São João de Tarouca

CulturaFundado em 1139, este mosteiro foi o primeiro da Ordem de Cister em toda a Península Ibérica. A sua grandeza é ainda visível e está a ser reforçada pelos trabalhos de restauro actualmente em curso. Da igreja, de três naves, destaca-se o interior ricamente decorado com talha, os cadeirais, a pintura (de Gaspar Vaz e Grão Vasco) e azulejos dos sécs. XVII e XVIII, bem como a abóbada pintada da sacristia. (Monumento Nacional)

Igreja de S. Pedro

CulturaTemplo do século XII que exemplifica a transição do românico para o gótico. Apresenta portais de múltiplas arquivoltas e capela-mor com o tecto forrado de caixotões pintados.

Museu do Caramulo

CulturaDois irmãos, Abel e João de Lacerda, fundam nos anos cinquenta, um invulgar museu, numa pequena povoação chamada Caramulo, situada numa montanha no centro de Portugal, com luxuriante vegetação, virada a Sul, sobre um vale extenso de 80 Km: o mais vasto panorama do país.

Abel de Lacerda, apaixonado pela arte, constrói um edifício, com os mais modernos conceitos de museologia, para expor uma invulgar colecção de objectos de arte constituída por 500 peças de pintura, escultura, mobiliário, cerâmica e tapeçarias, que vão da era Romana até Picasso.

João de Lacerda, apaixonado por automóveis, constrói outro edifício anexo ao primeiro, vocacionado para expor 100 automóveis e motos, dentro do princípio de que todos os veículos pudessem sair facilmente, para exibição e conservação

Igreja Matriz - Vila Nova de Paiva

CulturaA Igreja Matriz erguida num ponto um pouco elevado em relação à rua principal e na qual se integrou uma secção museológica que reúne um importante espólio de arte sacra dos séculos XI a XX, é digna de uma visita demorada.
Segundo Alberto Correia será construção dos começos do século XVII. Dentro do edifício restam vestígios de um templo românico que poderá ter existido nesse local ou noutro e do qual se aproveitaram alguns elementos: as colunas que sustentam o coro e a pia baptismal. A contrastar com a singeleza destes elementos, o interior da capela-mor impressiona pelo esplendor da talha dourada de tipo barroco no minuciosamente trabalhado altar-mor e pelos rebuscados tectos que a cobrem. Quarenta e nove quadros de rico trabalhado ilustram no tecto da capela-mor a árvore genealógica de Jesus segundo o Evangelho S. Mateus.
Entre o espólio da paróquia destaca-se uma Cruz Processional dos fins do século XI. É uma valiosa peça de arte de cobre dourado gravado a buril que reúne características do estilo bizantino, da tradição moçarabe e do românico -e na qual está inscrito JHS NAZARENUS REX JUDEORUM.