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Distrito de Vila Real

Monumentos e locais a visitar

 

Igreja Matriz de Alijó

A sua construção data de finais do século XVII. Salienta-se no seu interior uma bela escultura de pedra, de grande qualidade, que representa Santa Maria Maior e um cálice gótico de cobre dourado muito bem trabalhado.

Palácio de Mateus (Vila Real)

Esplêndido solar do Palácio de Mateus está retratado nos rótulos do famoso vinho Mateus rosé. Construído no século XVIII, o edifício apresenta uma impressionante fachada barroca e pináculos ornamentados no telhado. Os jardins bem cuidados integram estátuas elegantes e um maravilhoso lago diante do palácio. Realizam-se regularmente eventos musicais no palácio e estão disponíveis visitas guiadas.

Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe

Está situada na aldeia de Ponte freguesia de Mouçós, concelho de Vila Real. De estilo gótico, foi edificada durante o século XV, por iniciativa de D. Pedro de Castro, abade de Mouçós. Esta igreja, dos finais da Idade Média, é constituída por uma única nave, mais elevada do que a capela de forma rectangular. Apresenta alguns modilhões que suportam a linha do telhado, assim como um óculo na fachada principal.

Pelourinho de Vila Real

Localizado em São Dinis (Vila Real), terá sido edificado em 1515, quando Vila Real obteve novo foral, dado por D. Manuel. O actual pelourinho só possui do original a coluna octogonal enquanto o resto é uma cópia do original, que terá sido destruído. Sua localização foi mudando ao longo dos anos, tendo passado pela Rua da Praça (actual Largo do Pelourinho), pelo largo em frente aos Paços do Concelho, e posteriormente na sua localização actual que é o Largo do Pelourinho, na freguesia de São Dinis. Este pelourinho á formado por uma base de quatro degraus octogonais, sobre a qual assenta um paralelepípedo também octogonal, que suporta o fuste. Por cima do fuste, o pelourinho termina numa estrutura em forma de gaiola, com as sua quatro faces comunicando entre si através de aberturas em arco redondo. Essa gaiola apresenta na união das suas faces umas pequenas colunas cilíndricas e no seu vértice uma cruz em ferro com uma bandeirola

Casa de Diogo Cão

É uma casa existente na freguesia São Dinis, Distrito de Vila Real, onde nasceu o navegador português do século XV, Diogo Cão. Esta casa foi construída na segunda metade do século XV.

Parque Natural do Alvão

Descubra a beleza imaculada do Parque Natural do Alvão, uma área protegida que se estende por mais de 7220 hectares com dois territórios distintos: uma zona montanhosa frequentemente coberta de neve e uma zona basáltica de vales fluviais. Entre as espécies raras presentes no parque contam-se o lobo-ibérico e a águia-real, bem como uma enorme diversidade de árvores e plantas. Os visitantes podem praticar rafting nos inúmeros cursos de água ou admirar a paisagem virgem com quedas de água e aldeias tradicionais, construídas com ardósia e xisto.

Igreja Matriz do Divino Salvador (Ribeira de Pena)

Esta modesta igreja do século XVIII é o monumento mais importante de Ribeira de Pena. As suas características mais notórias são a fachada barroca, o altar elevado e as belas cadeiras confessionais de madeira. Este foi também o local onde o escritor Camilo Castelo Branco se casou aos 16 anos.

Ponte de Arame ou Ponte Pênsil (Ribeira de Pena)

A Ponte Pênsil é uma ponte suspensa de arame que atravessa o rio Tâmega, ligando as vilas de Ribeira de Pena e Santo Aleixo d’Além Tâmega. A ponte com 20 m de comprimento é uma fascinante atracção histórica, estando suspensa em mais de 100 cabos de arame torcidos, com dois cabos de aço que suportam a ponte. Foi construída para servir as populações de ambas as margens do rio, e até 1963 constituiu a única travessia para os habitantes locais.

Igreja Paroquial de Carrazedo de Montenegro 

Igreja de grandes dimensões com planta rectangular de uma só nave. A fachada é imponente no trabalho de cantaria de granito ao estilo barroco tardio e é flanqueada por duas altas torres sineiras. Um arcada tripla dá acesso ao interior. Por cima, tem uma série de cinco janelas e uma balaustrada. No interior tem um coro sustentado por colunas de madeira. Na capela-mor existe uma inscrição na parede exterior que diz: Dom Pedro da Cunha do Conselho del Rei nosso Senhor sendo Comendador mandou faser esta capella 1577. Guarda, numa dependência de uma das torres duas imagens de granito - um anjo e a Virgem - provável trabalho do séc. 15. 

Igreja Matriz de Mondim de Basto

Templo do século XVIII, tem como particularidade o altar-mor, que enquadra um sumptuoso retábulo de talha dourada. Contudo, apesar de datada do século XVIII, esta talha foi alvo de uma pintura posterior que a terá descaracterizado.

Santuário de Nossa Senhora da Graça – Mondim de Basto

O encantador Santuário de Nossa Senhora da Graça situa-se no alto do bonito Monte Farinha, a cerca de 900 metros de altitude, encimando a agradável vila de Mondim de Basto, e de onde se tem um panorama maravilhoso das muitas serras a norte do rio Douro. Reza a lenda que aqui terá existido a cidade de Cinínia, lar da tribo castreja dos Tamecanos, que foi obrigada a abandonar o seu território aquando a ocupação Romana do território. Segundo várias fontes, embora não existindo certezas da fundação original, no local existiria, desde remotos períodos, um templo já do período castrejo de ocupação do monte. A estrutura actual data de 1775, construída, forte, em granito da região, com torre e pavimento lajeado.

Mosteiro de Pitões das Júnias - Montalegre

Mosteiro de Pitões das Júnias ou de Santa Maria de Júnias, não tem data definida para a sua fundação, mas presume-se que se situe no final do século IX, quando eremitas se estabeleceram nesta região, vindo depois a organizarem-se em comunidades. Por outro lado, face a uma inscrição, pouco clara, existente num muro destas ruínas, faz supor a alguns estudiosos que a data da fundação do mosteiro seja 1147, mas já existia com certeza em 1247, quando o Papa Inocêncio IV, intima o mosteiro a filiar-se na ordem cisterciense, passando a depender do Mosteiro de Santa Maria do Bouro.  Durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, depois de 1640, um ataque do exército espanhol à aldeia de Pitões, terminou com um incêndio que deixou o mosteiro em ruínas, com excepção da igreja. O convento viria a ser recuperado e já no século XVIII, há informação que dá conta de obras importantes na zona conventual, todavia com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento é abandonado e alguns anos depois deflagra um incêndio que apenas deixa a igreja de pé

Igreja Matriz de Murça

Contém alguns altares de talha, recentemente repintados e dourados, e um tríptico do século XVI, obra de Pedro de França. Na imaginária sobressai um Cristo crucificado, de linhas vigorosas e expressão dramática. Destaca-se ainda uma imagem gótica

Porca de Murça

É o símbolo que identifica a vila de Murça. Esta escultura em granito, encontra-se rodeada por lendas popular, não sendo exacta qual a sua verdadeira proveniência e propósito. A lenda mais popular é que no século VIII esta povoação e o seu termo eram assolados por grande quantidade de ursos e javalis. Os senhores da Vila, secundados pelo povo, tantas montarias fizeram que extinguiram tão daninha fera, ou escorraçaram para muito longe. Mas, entre esta multidão de quadrúpedes, havia uma porca (outros dizem ursa) que se tinha tornado o terror dos povos pela sua monstruosa corpulência, pela sua ferocidade, e por ser tão matreira que nunca poderia ter sido morta pelos caçadores. Em 775, o Senhor de Murça, cavaleiro de grande força e não de menor coragem, decidiu matar a porca, e tais manhas empregou que o conseguiu; libertando a terra de tão incomodo hóspede. Em memória desta façanha se construiu tal monumento, alcunhado “a Porca de Murça”, e os habitantes da terra se comprometeram por si e seus sucessores, a darem ao Senhor, em reconhecimento de tão grande benefício, para ele e seus Herdeiros, até no fim do inundo, cada fogo três arráteis de cera anualmente, sendo pago este foro mesmo junto à porca. No entanto, há quem defenda que os atributos masculinos bem visíveis não enganam, e que a Porca de Murça, é na verdade um berrão, do mesmo género dos que se encontram frequentemente na zona oriental de Trás-os-Montes, relacionados com um culto da fertilidade de povos pré-romanos. Seja como for, é hoje um monumento que se ergue, orgulhoso sobre um plinto, no jardim da praça central, com os seus impressionantes 2,8 metros de medida no ventre, 1,10 m de altura e 1,85 m de comprimento

Miradouro da Senhora da Serra

O Miradouro da Senhora da Serra, no pico mais elevado da Serra do Marão (a 1416m de altitude) situa-se quase em cima da linha divisória que separa Fontes da freguesia de Teixeira, do Concelho de Baião. Pico de onde se avistam terras de além-douro, e também de Vila Real e de Vila Pouca de Aguiar, e (imagine-se) em dias muito claros (sem neblinas no horizonte), o próprio Oceano Atlântico.

Castelo de Chaves

A primitiva fortificação de Chaves é anterior à ocupação romana da Península Ibérica, e terá sido reforçada pelos muçulmanos após a sua conquista, no século VIII, e ocupação até ao século XI. Na época da reconquista cristã, é tomada aos mouros por forças do reino de Leão, e terá sido, no reinado de D. Afonso Henriques, conquistada ao reino de leão e incluída no Condado Portucalense. Afonso IX de Leão e Castela, por volta de 1221, reconquista Chaves, que voltaria à posse portuguesa em 1231, devido a negociações entre Portugal e Castela O Castelo foi reconstruído por ordem de D. Afonso III e as obras prosseguiram no reinado de D. Dinis, sendo dessa data, por exemplo, a Torre e Menagem.