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Distrito de Viana do Castelo

Monumentos e locais a visitar

 

ARCOS DE VALDEVEZ

Igreja Matriz

Igreja Igreja Matriz de Arcos de Valdevez é um monumento religioso da vila de Arcos de Valdevez, estando situado no Jardim dos Centenários, freguesia Salvador. A Igreja Matriz de Arcos de Valdevez foi edificada sobre as ruínas de uma igreja mais antiga. As suas obras terão decorrido no período compreendido entre 1690 e 1700. Na segunda metade do século XVIII foi adossada a uma das paredes laterais do templo a Capela do Calvário - obra atribuível ao arquitecto André Soares.

Santuário de Nossa Senhora da Peneda

É um santuário localizado na freguesia de Gavieira, Arcos de Valdevez. A igreja foi terminada em 1875. Frente à igreja encontra-se o escadório das virtudes, com estátuas representando a Fé, Esperança, Caridade e Glória, datado de 1854, obra do mestre Francisco Luis Barreiros, e uma escadaria com cerca de 300 metros e 20 capelas, com cenas da vida de Cristo.

Cascata da Peneda

Localizada na freguesia de Gavieira, concelho de Arcos de Valdevez, esta cascata é visível de grande distancia devido à espuma branca que as suas águas fazem na queda. Na distância parece apenas um pequeno fio de água que desliza serenamente sobre as rochas do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Nas proximidades da cascata, no entanto, é possível ver-se todo o seu esplendor. As águas correm com fúria e envoltas em grande ruído. Esta cascata apresenta um desnível de 30 metros de altura.

Igreja da Lapa

A igreja da Lapa situa-se na vila de Arcos de Valdevez. É em estilo barroco típico Rococó. O projecto da igreja devotada a Nossa Senhora da Lapa, é atribuído a André Soares e ficou concluído em 1767. A igreja apresenta uma planta centralizada, o exterior tem uma forma oval e a torre atrás da capela mor. O interior tem uma forma octagonal com uma alta cúpula

Espigueiros de Soajo

O conjunto dos Espigueiros de Soajo (Soajo, Arcos de Valdevez) compõem uma eira comunitária constituída por 24 espigueiros, todos em pedra e assentes num afloramento de granito. O mais antigo data de 1782. Alguns destes espigueiros são ainda hoje utilizados pela população

CAMINHA

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção

Igreja paroquial dedicada a Nossa Senhora da Assunção, um dos edifícios religiosos mais vastos e importantes do norte de Portugal. Foi levantada no interior da antiga cerca medieval da vila, onde teria existido uma pequena capela românica; desta ainda restam um pórtico (obstruido) e uma cachorreira reusada do lado norte

Castelo de Caminha

Localiza-se na vila, Freguesia e Concelho de mesmo nome, Antigo porto numa ponta de areia entre os rios Coura e Minho, a vila de Caminha desenvolveu-se com base na pesca e no comércio (fluvial e marítimo), a partir do século XII, quando se reduziu a pirataria no litoral, ganhando importância como baluarte defensivo da fronteira noroeste de Portugal. Assim o entendeu o rei D. Afonso III (1248-1279), no âmbito da reorganização da fronteira do Entre Douro e Minho, que ali criou uma póvoa de raiz, com traçado racional do ponto de vista militar e urbanístico.

Forte da Ínsua

Localiza-se na freguesia de Moledo, no Concelho de Caminha. Ergue-se na Ínsua de Santo Isidro, ao Sul da foz do rio Minho, limite Norte do litoral português, a cerca de duzentos metros da costa.

Forte da Lagarteira

Também denominado como Forte de Âncora, localiza-se no antigo lugar da Lagarteira, atual cidade e Freguesia de Vila Praia de Âncora, no Concelho de Caminha. Sobre uma elevação rochosa na margem direita da foz do rio Âncora, em posição dominante sobre a praia, defendia aquele porto e povoação pesqueira, como integrante da linha de defesa da Praça-forte de Caminha.

MELGAÇO

Castelo de Melgaço

Localiza-se na freguesia de Vila, concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Principal defesa raiana do Alto Minho no século XII, constitui-se na sentinela mais setentrional de Portugal, no trecho onde o rio Minho inicia a sua função fronteiriça, vigiando a travessia para a Galiza

Castelo de Castro Laboreiro

O castelo de Castro Laboreiro, está construído no alto de um monte, a 1 033 metros acima do nível do mar, com difícil acesso, integrado no Parque Natural da Peneda-Gerês, numa região que tem vestígios da ocupação humana desde a pré-história. O castelo, na posse dos muçulmanos, foi conquistado por D. Afonso Henriques em 1141, procedendo ao reforço das suas defesas, que sofreriam grandes danos com o ataque do rei de Leão em 1212  No reinado de D. Dinis, o castelo foi reconstruído adquirindo a estrutura que ainda tem hoje. Durante a guerra da Restauração da Independência, em 1660, chegou a ser ocupado pelas forças espanholas mas foi de novo tomado pelas forças portuguesas.

Cascata do Laboreiro

Uma cascata localizada próximo da freguesia de Castro Laboreiro, concelho de Melgaço, Distrito de Viana do Castelo. Esta queda de água é formado pelas águas do rio Castro Laboreiro que atravessa neste local serrano um acentuado desnível e precipita-se do cima de altas fragas rochosas num mar de espuma branca. Localiza-se numa paisagem de montanha nos domínios da freguesia de Castro Laboreiro, no alto planalto nortenho. Nas sua imediações existem vários vestígios megalíticos e a alguma distância a fronteira com Espanha

MONÇÃO

Castelo de Monção

O Castelo de Monção, no Minho, localiza-se na vila, freguesia e Concelho de Monção, Distrito de Viana do Castelo, em Portugal. Monção, na margem esquerda a jusante de Melgaço, tinha como função primitiva defender neste trecho a passagem do rio Minho. Alguns autores sustentam que o primitivo sítio de Monção localiza-se numa elevação, a cerca de dois quilômetros a oeste, às margens do rio Minho, onde hoje existe a aldeia de Cortes ou Monção Velha. Trabalhos mais recentes não esclarecem essa possibilidade, antes confirmando que a povoação (e sua defesa) não se encontra referida nos documentos relativos ao reinado de D. Afonso Henriques (1112-1185), levantando a hipótese de que a primeira defesa da povoação remonte ao reinado de D. Sancho I (1185-1211), o que não encontra amparo em testemunhos materiais. O conjunto apresenta planta no formato circular, no estilo gótico, envolvendo a vila medieval. Nos muros rasgavam-se apenas duas portas, a principal defendida pela Torre de Menagem, abrindo-se para o terreiro onde era realizada a feira. A porta da traição, de menores dimensões, dava para zona ribeirinha. A fortificação erguida no século XVII, embora erguida de raiz, integrou as muralhas medievais, reformulando-as, dado o crescimento da vila. Desse modo, foram erguidos nove baluartes e cinco portas, mantendo-se amplas áreas não edificadas, facilitando o movimento de tropas e de artilharia. O Castelo de Monção celebrizou-se durante as campanhas movidas por D. Fernando contra Castela. Conta a tradição que estando o castelo cercado em 1369, Deuladeu Martins, esposa do alcaide, recorreu à última reserva de farinha dos defensores para fazer pão, que lançou por sobre os muros sobre os sitiantes. Estes, compreendendo que a praça estava bem suprida de víveres, o que prolongaria em demasia o assédio, levantaram o cerco e retiraram-se. O feito é recordado no brasão de armas da vila, onde se destaca, no alto de uma torre ameada, uma mulher a meio corpo exibindo um pão em cada mão.

Igreja Matriz

De raiz românica do séc. XII, com o seu portão de capiteis, a capela tumular manuelina, a custódia monumental do séc. XVI, o cofre em prata do séc. XV e a naveta artística. É uma obra românica dos finais do século XII classificada como Monumento Nacional e que foi objecto de alterações parciais nos séculos XVI e XVII. Com efeito, na centúria de Quinhentos foi-lhe acrescentada a Capela funerária dos Marinhos, para, em 1679, novo mausoléu – homenageando a figura de Deuladeu Martins – ser incluído no braço direito do transepto da igreja. A fachada do templo é rasgada por um portal românico composto por três arquivoltas, decoradas por elegantes botões florais e motivos geometrizantes, assentes em seis colunelos com capitéis vegetalistas e dourados. Sobrepujando o portal rasga-se um óculo circular. Lateralmente, eleva-se uma quadrangular torre sineira, com cobertura posterior do século XVIII.

Capela da Misericórdia de Monção

Frontaria do século XVIII, nave com cobertura de madeira apainelada e altar-mor com retábulo setecentista. Destaque para o portal com as suas 4 Pilastras Jonicas. Frontispício de traçado maneirista, mas já com alguns elementos barrocos, como a linguagem do frontão do portal e os enrolamentos decorativos, lembrando talha, que animam a fenestração. Quer em termos de fachada, quer do programa decorativo interior, possui muitas afinidades com a Igreja da Misericórdia de Valadares ( v. 1604320026 ) e a fachada principal, ainda que com outra robustez de concepção, lembra um pouco a da Igreja bracarense de São Victor, sobretudo na articulação da ordem jónica do portal com o friso dórico do entablamento, característica evocatória de Miguel de Lescole. Comparando as pinturas dos caixotões da nave de ambas as igrejas, percebe-se que as cenas da Vida da Virgem estão tematicamente trocadas, possivelmente devido a uma mudança de painéis durante obras de restauro não datáveis. Na capela-mor, de abóbada de caixotões sobre cornija apoiada em mísulas decoradas e tendo no caixotão central a pintura da Fé, abrem-se lateralmente dois nichos em cantaria, semelhantes aos existentes na Misericórdia de Valadares e Ponte de Lima. Retábulos e púlpito da nave em estilo neoclássico, com talha policroma. Cadeiral dos Mesários no coro-alto e um outro mais simples na capela-mor

Castro de São Caetano

Localiza-se no lugar de Outeiro, freguesia de Longos Vales, concelho de Monção. Trata-se de um castro que remonta à Idade do Ferro, posteriormente ocupado pelos romanos. Terá sido abandonado em finais do Século I da nossa era.

Palácio da Brejoeira

Está localizado na freguesia de Pinheiros em Monção. O Palácio em forma de L apresenta três torreões Situado a seis quilómetros a Sul de Monção, o sumptuoso palácio é o expoente das moradias fidalgas construídas em Portugal. O palácio está localizado numa propriedade dividida entre 18 hectares de vinha, oito hectares de bosque e três hectares de jardim.

Mosteiro de Longos Vales

Em Longos Vales encontramos um dos mais importantes mosteiros medievais do Alto Minho, com existência segura desde o reinado de D. Afonso Henriques e com grande relevância nos séculos XII e XIII, a ponto de um dos seus abades, Dom Pero Perez, ter patrocinado a construção de uma torre nas muralhas de Melgaço (ROSAS, 1986, p.19). A sua origem, todavia, deve ser anterior, recuando ao século XI, altura em que "os Abreus de Merufe, senhores de extensos domínios nesta região, mandaram construir uma capela em honra de Santa Catarina" (ALVES, Jun. 1982, p.128). Este pequeno templo sobreviveu durante mais de dez séculos, mas acabou por ser demolido aquando da intervenção de restauro da DGEMN, numa altura em que já não deveria ostentar qualquer característica primitiva. Também as sepulturas antropomórficas escavadas na rocha, identificadas em 1998, e, mais recentemente, os materiais de época romana (IPA on-line), comprovam a maior antiguidade do local. A construção românica do mosteiro de cónegos regrantes, pela segunda metade do século XII, significou uma radical renovação daquela capela dedicada a Santa Catarina. Em 1197 (ou 1199?), D. Sancho I coutou o mosteiro, facto que tem sido interpretado como uma data aproximada da finalização dos trabalhos (ALMEIDA, 2001, p.88), o que coloca este estaleiro em plena laboração decorrendo ainda a obra de São Salvador de Ganfei e arrancando a de Friestas

Torre da Lapela

A Torre da Lapela erguida na vila de Lapela, na margem esquerda do rio Minho, poderá ser o que resta de um antigo castelo, existente já no reinado de D. Afonso Henriques, mas que terá sido demolido por volta de 1709, para os seus materiais serem utilizados nas obras das defesas de Monção. Resta deste castelo uma torre de planta quadrangular, com 35 metros de altura, com quatro pisos e ostentando as armas de Portugal

PAREDES DE COURA

Povoado Fortificado do Cossourado

Conhecido também por Cividade de Coussorado, este antigo Castro situa-se na lindíssima região de Paredes de Coura, no norte do País, entre os fantásticos rios Coura e Minho, numa zona elevada do terreno, de defesa estratégica. O povoado estende-se por uma área construída de cerca de dez hectares, tendo sido habitado por um curto período de tempo, entre os séculos V e II a.C., e provavelmente abandonado pouco antes da ocupação Romana do território. Desde 1993 que diversos trabalhos arqueológicos têm tido lugar, de modo a melhor compreender e preservar este importante espaço histórico, concluindo-se que o castro seria circundado por duas linhas de muralhas, estando as habitações dispostas ao redor de um torreão de pedra e terra. Diversas valências têm sido descobertas, incluindo habitações, locais de armazenamento, de guarda de animais e produtos, levando a crer que seria uma povoação socialmente estratificada, com uma economia baseada essencialmente na recolecção, na agricultura e na pastorícia. As plantas das construções são de tipo circular, oval ou rectangular de cantos arredondados, de maior dimensão que os povoados seus contemporâneos. Com vista à preservação de tão importante património, numa região de grande importância e riqueza histórica, o povoado foi recentemente transformado em espaço museológico, reconstituindo-se um núcleo formado por duas construções, recriando as habitações do passado castrejo.

Igreja do Senhor Ecce Homo

A Igreja do Senhor Ecce Homo, situada no lugar dos Tojais, é uma construção datada de 1776 e fundada por iniciatica do Padre António Pedro Alves, sendo o mais magnífico exemplo da Arte Barroca e estilo Rococó do concelho de Paredes de Coura. A fachada principal lavrada em granito é uma magestosa obra prima, constituindo um verdadeiro ex-líbris da freguesia. A torre sineira foi acrescentada em 1871. Toda a sua arquitectura, decoração e valores religiosos, tais como alfaias de prata, imagens valiosas, etc., são ímpares em todo o concelho. Teve anexa a Real Confraria do Senhor Ecce Homo de Padornelo, uma das mais importantes do século XIX e princípios do século XX. Serve actualmente de igreja paroquial

PONTE DA BARCA

Mosteiro de Bravães

Igreja de Bravães, é naturalmente um ex-libris da Ribeira Lima. Para além do Ponto obrigatório de passagem, por estar integrada no Roteiro do Românico, não deixa de ser objecto de estudo permanente sendo procurada não apenas por curiosos e cidadãos ávidos de cultura, mas também por especialistas quer no âmbito a História de Arte quer no período da História Medieval

Castelo da Nóbrega

Arquitectura militar, românica. Castelo com torre de menagem e cerca de época românica, sobre anterior castelo roqueiro, com implantação dominante de castelo cabeça de terra. Excepcional implantação e domínio da paisagem envolvente. Visibilidade dos vestígios que permitem uma boa compreensão da antiga estrutura

Castelo do Lindoso

O Castelo de Lindoso, é suposto ter sido edificado no reinado de D. Afonso III, por volta de 1250, integrado na sua política de defesa das zonas fronteiriças, vindo depois a ser a ampliado no reinado de D. Dinis. Teve um papel importante durante a Guerra da Restauração da Independência, e nesse contexto teve obras de modernização. A partir de finais do século XIX, perde a sua importância militar, é abandonado e entra em processo de degradação

Espigueiros do Lindoso

Junto ao Castelo de Lindoso existe uma eira composta por 50 espigueiros dos séculos XVII e XVIII, apresentando um aglomerado único no país e de rara beleza. Inteiramente de pedra, cada exemplar apoia-se em vários pilares curtos, assentes na rocha e encimados por mós ou mesas. Sobre eles, repousa o espigueiro que tem uma cobertura de duas lajes de granito unidas num ângulo obtuso, ornamentado nos vértices com cruzes protectoras, que também servem para arejar o espigueiro.

Ponte de Ponte da Barca

Situada nos limites da lindíssima vila de Ponte da Barca, na verde região Minhota, esta histórica Ponte situa-se sobre o Rio Lima numa paisagem idílica, de grande beleza natural. De facto, a própria vila deve o actual topónimo a esta Ponte. Outrora apelidada de "Nóbrega", topónimo de provável origem celta, séculos mais tarde foi apelidada de "Barca", devido ao atravessamento do Rio Lima ser então efectuado por meio de uma Barca. Posteriormente, aquando a construção de finais do século XIV do símbolo da cidade, esta bonita Ponte, passou a ser conhecida por "Ponte da Barca". A Ponte reforça a sua importância no domínio comercial, constituindo um forte ponto de passagem, centro e eixo regional na direcção do litoral. Ponte da Barca foi também local de passagem de peregrinos e fieis, por ser local de cruzamento de dois caminhos de ligação a Santiago de Compostela.

PONTE DE LIMA

Capela do Anjo da Guarda

Com uma localização privilegiada, na margem direita do lindíssimo Rio Lima, junto à ponte que nomeou a vila, esta Capela é uma curiosa construção tardo-Românica, datada provavelmente do final do século XIII. Classificada como Monumento Nacional, a Capela terá sido reconstruída no século XVIII, num estilo Barroco, após ter sido parcialmente destruída pelas águas das cheias. A Capela, apresenta um padrão quadrangular abobadado e aberto, de cantaria, decorada com elementos medievais e barrocos, como a decoração dos pilares e das colunas.

Pedra do Cavalinho

Gravura rupestre de motivo zoomórfico - equídeo isolado, inserindo-se na tipologia do grupo I Antigo ou Clássico, da chamada Arte do Noroeste Peninsular, cronologicamente integrada na Idade do Bronze ou, mais concretamente, entre o Calcolítico e o Bronze Final.

Ponte de Ponte Lima

Situada sobre o lindíssimo Rio Lima, na fantástica vila de Ponte de Lima, considerada a mais antiga vila do País, este encantador monumento é o símbolo da própria terra. À imagem da própria vila, também esta Ponte tem origens bem antigas, a Ponte é hoje em dia formada por dois troços distintos, um Romano e outro Medieval. Pensa-se que a ponte Romana terá sido construída no século I d.C., já a Medieval, de características góticas, terá sido concluída em 1370. A Ponte Romana é constituída por um tabuleiro em rampa assente sobre sete arcos dispostos irregularmente, encontrando-se um deles encoberto pelo maciço onde assenta a Igreja de Santo António e outro entaipado. A Ponte Gótica apresenta dezassete arcos quebrados, estando dois soterrados, contando com 4 metros de largura e 300 metros de comprimento. Originalmente a construção contaria com duas torres, demolidas no século XIX.

VALENÇA

Capela do Bom Jesus

Arquitectura religiosa, barroca e rococó. Capela barroca de planta longitudinal, composta de nave única e capela-mor, mais baixa e estreita, interiormente coberta em falsa abóbada de berço berço na nave e em abóbada de caixotões na capela-mor, seguindo as opções tradicionais da região, e iluminada por janelas rectangulares com capialço. Fachadas de cunhais apilastrados, na principal com entablamento dórico, e terminada em empena de friso e cornija; é rasgada por portal em arco de volta perfeita, enquadrado por estrutura de planta convexa, com pilastras jónicas, suportando entablamento, com friso convexo e frontão de volutas interrompido por janela encimada por frontão curvo, e ladeado por duas janelas rectangulares, encimadas por friso e cornija recta. Fachada lateral direita com porta travessa de verga recta. No interior, coro-alto de madeira, púlpito, retábulos colaterais rococós, de planta recta e um eixo, e retábulo-mor revivalista

Fortaleza de Valença do Minho

Valença do Minho é uma histórica povoação do Norte de Portugal, sede de município, localizada bem na fronteira com Espanha, por ela separada pelo bonito Rio Minho, e bem rodeada de muralhas no alto de uma colina, ostentando o seu longo cariz defensivo. Valença foi de extrema importância no decorrer da Idade Média, no alto do Monte com uma vista privilegiada sobre a linha de fronteira, inúmeras vezes assediada pelo vizinho Espanhol, sendo igualmente local de passagem dos "Caminhos de Santiago", que numa barca que partia do Cais de Valença, passavam o Rio Minho. A cidade de Valência é dominada pela fortaleza de duas torres e muralha dupla, dos séculos XVII e XVIII, ao estilo do engenheiro e arquitecto militar francês Vauban, existindo ainda vestígios das muralhas anteriores. Na Fortaleza funciona hoje em dia uma das mais conceituadas Pousadas de Portugal: a pousada de São Teotónio.

VIANA DO CASTELO

Basilica de Santa Luzia

Situada no alto do monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo, a Basílica de Santa Luzia, foi começada a construir em 1903 e terminada em 1943, com projecto do arquitecto, Miguel Ventura Terra. A última fase da construção da basílica, que é considerada como inspirada na Basílica de Sacré Cœur, de Montmartre, Paris, viria a ser dirigida pelo arquitecto Miguel Nogueira, que contou para o trabalho sobre o granito, com o mestre canteiro, Emídio Pereira Lima. Está edificada sobre uma planta em forma de cruz grega e a sua arquitectura tem elementos neo-românicos e bizantinos, no topo da basílica uma varanda permite, em dias sem neblina, um vastíssimo panorama da região. A estátua de bronze, do Coração de Jesus, colocada na entrada, datada de 1898, é da autoria do escultor, Aleixo Queirós Ribeiro, os dois querubins do altar-mor, são da autoria do escultor Leopoldo de Almeida e esculpidos pelo Mestre Emídio Lima e Albino Lima, em mármore de Vila Viçosa

Igreja Matriz de Viana do Castelo

Situada no centro histórico da vila, a igreja remonta ao século XV. Este Edifício é de arquitectura religiosa, românica, gótica, e revivalista. Igreja românica de transição, de planta em cruz latina, de três naves escalonadas e cinco tramos, e cabeceira composta por capela-mor rectangular e absidíolos, com coberturas diferenciadas em falsas abóbadas de berço ou berço abatido, pintadas ao gosto revivalista, iluminada uniformemente por janelas rectilíneas rasgadas nas fachadas laterais e braços do transepto. Na decoração interior alguma talha barroca e retábulos neoclássicos. Nas imediações da Sé, são visíveis várias construções medievais, com realce para a chamada "Casa dos Velhos", que constitui um belíssimo exemplar da arquitectura portuguesa da época da "Expansão", à qual o desenvolvimento do burgo vianense está intimamente ligado

Museu Navio Gil Eanes

O navio hospital Gil Eannes constitui para os vianenses um precioso símbolo da notável tradição de qualidade da construção naval na Foz do Lima. O navio é uma memória viva da assistência prestada aos nossos pescadores da frota bacalhoeira nos mares gelados do Atlântico Norte, sendo igualmente, uma venerável relíquia da frota oceánica nacional do século XX de que é o único exemplar ainda existente. Venha a bordo e navegue pela ponte de comando, cozinha, casa das máquinas, consultório médico, gabinete de radiologia, bloco operatório, diversos camarotes e salas de exposições temporárias. A Fundação Gil Eannes instalou nos antigos camarotes de passageiros, um Simulador de Navegação com imagem visual de Viana do Castelo integrado no subprojecto "Navegando com o Gil Eannes

VILA NOVA DE CERVEIRA

Igreja Matriz de Vila Nova de Cerveira

Arquitectura religiosa, barroca e neoclássica. Igreja barroca de planta longitudinal, 3 naves escalonadas, frontispício em empena recortada com portal de verga curva entre pilastras em frontão interrompido e grande janelão recortado; no interior, retábulo-mor barroco, de estilo nacional, laterais das naves de transição para o joanino e os colaterais neoclássicos. Igreja barroca seguindo uma planimetria ainda quinhentista de 3 naves com tecto de madeira e capela-mor abobadada, de que conserva arranque dos feixes de ogivas e contrafortes exteriores. Púlpitos com base de cantaria adossadas a colunas com escada de caracol. retábulo-mor com dois nichos quadrangulares com grupos escultóricos representando a "Adoração dos Reis Magos" e cena do Juízo Final ladeando o sacr

Antiga Forca de Vila Nova de Cerveira

Equipamento de enquadramento rural, isolado, implantação harmónica em esplanada destacada, a meia encosta, em remate de esporão sobranceiro ao amplo vale do Rio Minho, junto a largo calcetado, com acesso no troço final em escadas talhadas no próprio afloramento vencendo o acentuado desnível. Pilar de secção quadrangular, assente em afloramento afeiçoado, com silhares graníticos colocados, alternadamente, em fiadas de testa e de peito, com a metade inferior de menor secção. Os silhares de topo apresentam entalhe para assentamento da trave de execução.

Castelo de Vila Nova de Cerveira

O castelo de Vila Nova de Cerveira não tem uma data confirmada para a sua construção, todavia há referências à sua existência, em 1230, no Reinado de D. Sancho II, tendo sido alvo de melhoramentos das defesas, no reinado de D. Dinis. Durante a crise iniciada em 1383, com a morte do rei D. Fernando, sem herdeiros masculinos, sua filha D. Beatriz, casada com o rei de Castela, reclamou o trono português, mas isso significava a perda da independência. As outras possibilidades eram o filho do Rei Pedro I e Inês de Castro, a viver em Castela, ou João, Grão-Mestre de Aviz, filho de D. Pedro I e da aia de Inês de Castro, Teresa Lourenço, optou-se pelo segundo, mas originou uma guerra com Castela. Vila Nova de Cerveira, à semelhança de outras praças desta região colocou-se ao lado de D. Beatriz, mas em 1385, Nuno Álvares Pereira, submeteu este castelo ao rei D. João I. Em 1476, D. Leonel de Lima, torna-se o primeiro visconde de Vila Nova de Cerveira, título concedido por D. Afonso V. Durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, em 1643, o castelo resistiu ao ataque das tropas espanholas, e nesta época o visconde de Vila Nova de Cerveira, implementou significativas melhorias nas defesas, com a adaptação para o uso de artilharia.