• HOME
  • NORTE
  • CENTRO
  • SUL
  • AÇORES
  • MADEIRA
  • LIVRO DE HONRA
  • ENTREVISTAS
  • CONTACTOS
Conheça alguns dos melhores HOTÉIS e RESTAURANTES em cada distrito de Portugal
 
 
 
Entrevistámos alguns profissionais do sector...
Como contactar o Portugal Travel
Açores
Viana do Castelo Braga Bragança Vila Real Porto Aveiro Viseu Guarda Castelo Branco Coimbra Leiria Lisboa Évora Setúbal Beja Faro Santarém Portalegre
 

Distrito de Santarém

Monumentos e locais a visitar

 

ABRANTES

Castelo de Abrantes

Castelo de Abrantes O Castelo de Abrantes, também denominado Fortaleza de Abrantes, no Ribatejo, localiza-se nas freguesias de São João e São Vicente, concelho de Abrantes, distrito de Santarém, em Portugal. Em posição dominante sobre uma colina à margem direita do rio Tejo, outrora constituindo a chamada Linha do Tejo, actualmente integra a Região de Turismo dos Templários.

Igreja de S. João Baptista

Igreja de S. João Baptista - Abrantes Reconstruída no século XI, a Igreja de S. João Baptista foi edificada por ordem de D. Dinis. De realçar a pia baptismal que se encontra na entrada da igreja, o painel que representa o Baptismo de Cristo e os azulejos seiscentistas que revestem a capela-mor.

Convento de S. Domingos

Convento de S. Domingos - Abrantes O Convento de S. Domingos foi fundado no século XV. Aqui funcionam a Biblioteca Municipal António Botto, o arquivo histórico e alguns serviços da Escola Superior de Tecnologia. De realçar o claustro tardo-renascentista e a azulejaria do século XVII.

Barragem de Castelo de Bode

Barragem de Castelo de Bode É uma das mais extensas albufeiras portuguesas, tendo a barragem sido construída em 1951 no rio Zêzere, num apertado vale situado a poucos quilómetros a montante da confluência com o Tejo. O gigantesco lago artificial que desde há anos dá de beber à Grande Lisboa, estende-se desde os arredores da cidade de Tomar até Ferreira do Zêzere, Vila de Rei e Cernache de Bonjardim (Sertã). Trata-se de uma zona privilegiada para a prática dos desportos náuticos (ainda que com restrições por motivos ambientais) com rampas de acesso à água perto do paredão da barragem, na praia fluvial de Castanheira em Ferreira do Zêzere.

ALMEIRIM

Quinta da Alorna
Quinta da Alorna - Almeirim A Quinta da Alorna remonta ao século XVIII, e nela se entrelaçam gerações das várias famílias que aqui viveram, enriquecendo e beneficiando a propriedade. Falar da Quinta da Alorna, outrora Quinta de Vale de Nabais, é falar de memórias já antigas que de geração em geração vêm sendo relembradas à lareira de um solar que tantos donos já conheceu…É falar de batalhas e conquistas numa Índia distante, de derrotas e vitórias, de praças e prémios de sofrimento e louvor... Tempos de rajás, reis e poetas, tempos de políticos e exilados, de negociantes e agricultores tempos que nós homens de hoje aqui vivemos quando a olhamos, saboreando a lezíria a perder de vistaA Quinta deve o seu nome ao primeiro proprietário, D. Pedro de Almeida, Vice-Rei da Índia, a quem D. João V concedeu o título de I Marquês de Alorna por actos de bravura na tomada da praça forte de Alorna, na Índia. Tendo comprado o Casal de Vale de NAbais em 1723, quando regressou a Portugal D. Pedro de Almeida fez dele o núcleo central de um vasto grupo de propriedades onde plantou as primeiras vinhas, mudando-lhe o nome para Quinta da ALorna. O Ribatejo é, desde sempre, uma região rica e apetecida, graças às férteis lezírias, ideais para a agricultura e criação de gado. E Almeirim era então conhecida pela qualidade da sua caça, muito frequentada por nobres e fidalgos, que aqui passavam tempos de lazer. No palácio da Quinta, de estilo sóbrio, mas distinto erguendo-se de frente para o Tejo, iluminado pelo sol de fim de tarde onde ainda hoje reluz o brasão dos Almeida Portugal, nasceram e viveram várias gerações de Alornas, incluíndo D. Leonor (1750-1839), Marquesa de Alorna, notável poetisa e pintora, que aqui escreveu algumas das obras que a tornariam famosa.

Igreja Matriz

Igreja Matriz-Almeirim A igreja que era capela do cemitério ali existente, foi mandada construir em 1500 por Mestre Henrique, médico da corte de D. Manuel I. Quando faleceu, o seu corpo foi sepultado no interior da capela, onde existia uma pedra tumular com a seguinte inscrição semi-gótica: “Sepultura do Mestre Henrique, médico que foi da Senhora Infanta D. Isabel, faleceu em Almeirim, aos 5 dias de 1544”. Nesta igreja foram encontradas várias referências de 1747 a 1757 e 1836, com a indicação dos seus altares, merecendo algumas citações. O edifício actualmente apresenta um aspecto simples, tendo desde a sua fundação até aos nosso dias, sido objecto de diversas transformações. O interior tem uma nave única , podendo-se admirar entre as imagens existentes a do orago da freguesia, São João Baptista, do século XVIII, merecendo ainda menção uma singela pia de água benta, quinhentista. O tecto apresenta uma composição do Mestre Carlos Reis, representando a imagem do orago.

ALPIARÇA

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça

Casa dos Patudos - Museu de Alpiarça A Casa dos Patudos que a imensidão da Lezíria engrandece, é o Museu que a Vila de Alpiarça abraça por entre o verde dos vinhedos e o sentir das Suas Gentes.

CHAMUSCA

Miradouro do Almourol

Miradouro do Almourol Este miradouro tem vista para uma esplêndida paisagem, onde numa pequena ilhota rochosa entre as margens do Rio Tejo, se vislumbra o famoso e secular Castelo de Almourol. Considerado por muitos, uma das mais pitorescas fortificações existentes em Portugal, fica situado na aldeia do Arripiado, na Freguesia da Carregueira a norte do concelho da Chamusca.

GOLEGÃ

Casa Museu Carlos Relvas

Casa Museu Carlos Relvas - Golegã Conjunto arquitectónico oitocentista, da autoria do arquitecto Henrique Carlos Afonso, constituído por um imóvel e jardim do qual sobressaem algumas espécies exóticas, um lago e um parque infantil é, hoje em dia a Casa Museu de Carlos Relvas. Do acervo aqui existente destacam-se o arquivo fotográfico, mobiliário e instrumentos musicais, para além da biblioteca particular de Carlos Relvas que conta com cerca de quatro mil volumes. A construção do edifício, que se destinava a funcionar como estúdio e laboratório de fotografia, ocorreu entre 1872 e 1875. Alguns anos mais tarde, em 1887, o imóvel sofreu obras de adaptação a residência o que ocasionou uma grande transformação no seu interior. Trata-se de um edifício de dois pisos de planta longitudinal formado pela articulação de diversos corpos, com cobertura diferenciada em telhados de duas águas e em pavilhão. Na fachada principal podemos ver os bustos de Nièpce e de Daguerre, os percursores da fotografia. Em 1981, o edifício foi doado à Câmara Municipal da Golegã que o transformou na Casa Museu Carlos Relvas

OURÉM

Santuário de Fátima

Basílica do Santuário de FátimaIgreja da Santissima Trindade, Museu de Cera, Basílica do Santuário de Fátima, Capela das Aparições, Museu da Vida de Cristo

Museu de Cera

O Museu de Cera de Fátima retrata, nas suas 31 cenas, toda a história de Fátima, com 112 figuras de cera devidamente enquadradas no décor e na etnografia da época das aparições, o ano de 1917. No início de 2003, o Museu foi objecto de intervenção, com a requalificação das figuras, introdução de novas tecnologias de iluminação em fibra óptica e efeitos especiais

SANTARÉM

Igreja de Santa Maria da Graça

Igreja de Santa Maria da Graça - Santarém A Igreja de Santa Maria da Graça, igualmente conhecida como Igreja da Graça ou como Igreja de Santo Agostinho, localiza-se no Largo Pedro Álvares Cabral (também conhecido como Largo da Graça), em pleno centro histórico da cidade de Santarém. A igreja, inserida no conjunto do convento dos Eremitas Calçados de Santo Agostinho, é um dos monumentos mais emblemáticos da cidade, constituindo um dos mais importantes exemplares da arte gótica no país. Neste templo, Monumento Nacional desde 1910, encontra-se sepultado Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil.

Igreja de Santa Clara

Igreja de Santa Clara - Santarém A Igreja de Santa Clara constitui um dos monumentos mais emblemáticos do gótico mendicante da cidade de Santarém, situando-se na proximidade do Convento de S. Francisco, outro exemplar marcante deste estilo arquitectónico. A igreja é a parte remanescente do antigo convento das clarissas, aqui estabelecido em 1264. Actualmente, encontra-se rodeada por um amplo espaço, onde antes se encontravam as dependências conventuais, demolidas no início do século XX, e nas quais se incluía um claustro maneirista. O edifício está classificado como Monumento Nacional desde 1917.

Capela de Nossa Senhora do Monte

Capela de Nossa Senhora do Monte - Santarém A Capela de Nossa Senhora do Monte, situada na zona extra-muros da cidade de Santarém, na freguesia de São Salvador, é um pequeno templo gótico datado do século XII. A capela esteve integrada numa gafaria, que aqui esteve instalada até ao século XVII. Este templo é Monumento Nacional desde 191

Muralhas e Portas de Santarém

Muralhas e Portas de Santarém Erguido sobre um castro por onde passaram fenícios, gregos, romanos, visigodos e árabes, o castelo foi conquistado e reformado no reinado de D. Afonso Henriques, e acrescentado e restaurado ao longo dos séculos seguintes, até à época das lutas liberais. Os troços de muralha envolvem o planalto sobranceiro ao Tejo, onde se ergue a cidade de Santarém e das oito portas que existiam restam apenas duas: a de Santiago e a do Sol. Esta está situada na zona da antiga alcáçova, transformada no jardim público e miradouro conhecido por Portas do Sol.

SARDOAL

Igreja de Santa Maria da Caridade

Igreja de Santa Maria da Caridade - Sardoal Foram os Franciscanos da Província da Soledad que edificaram o convento em 1571. Na igreja do convento merece destaqueo altar-mor, o oratório de Arte Namban e a sacristia. Nos claustros destaca-se o relógio de sol. Merece também referência a Capela de Nosso Senhor dos Remédios do século XVIII.

Igreja Matriz

Igreja Matriz - Sardoal A Igreja Matriz do Sardoal foi fundada em finais do século XIV. De realçar no seu interior dois painéis azulejares de Gabriel del Barco, o monumental retábulo da capela-mor e as valiosas tábuas quinhentistas do Mestre do Sardoal

TOMAR

Convento de Cristo

Convento de Cristo - TomarO Convento de Cristo, histórico monumento na cidade de Tomar (freguesia de S.Joao Baptista), classificado pela UNESCO como Património Mundial, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão-Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais, o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a sua sede. Sob Infante D. Henrique o Navegador, Mestre da ordem desde 1418, foram construídos claustros entre a Charola e a fortaleza dos Templários, mas as maiores modificações verificam-se no reinado de D. João III (1521-1557). Arquitectos como João de Castilho e Diogo de Arruda procuraram exprimir o poder da Ordem construindo a igreja e os claustros com ricos floreados manuelinos que atingiram o máximo esplendor na janela da fachada ocidental. Trata-se de uma construção periurbana, implantada no alto de uma elevação sobranceira à planície onde se estende a cidade. Está circundado pelas muralhas do Castelo de Tomar e pela mata da cerca. Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.

TORRES NOVAS

Rio Almonda

Rio Almonda-Torres Novas O Almonda é um rio português que nasce na Serra de Aire a 5 km a noroeste de Torres Novas, na vertente da Serra de Aire, perto de Almonda, a que deu o nome, e de Casais Martanes. No seu percurso de 30 quilómetros atravessa os municípios de Torres Novas e da Golegã onde desagua na margem direita do Tejo
O rio Almonda segue o seu curso desde a sua nascente situada em Moinho da Fonte, depois entre a Ribeira Branca e a Ribeira Ruiva, banha a povoação de Lapas, serpenteia a cidade de Torres Novas e desagua no rio Tejo, no sítio da Igreja Grande, no concelho da Golegã. No total, o seu percurso é de cerca de 30 quilómetros. O rio é atravessado por mais de duas dezenas de pontes e teve importância decisiva no desenvolvimento agrícola e industrial do concelho de Torres Novas. Como prova disso é o facto de ainda existir ao longo do percurso do rio (pelas diversas aldeias e até mesmo dentro da cidade) antigos moinhos movidos pelas suas águas (embora grande parte deles já se encontrem em ruínas). Existe também dentro de Torres Novas uma pequena central hidroelectrica, onde se produzia electricidade a partir das suas águas. No passado, aqui se pescava abundamente, o que motivou, durante algumas décadas, a realização de campeonatos de pesca desportiva. Actualmente, o Almonda é também palco de actividades de recreio e turismo (passeios de barco, zonas de lazer junto às margens, nomeadamente em Torres Novas).

Castelo de Torres Novas

Castelo de  Torres Novas Com uma construção que remonta a épocas distantes, o castelo de Torres Novas foi uma fortaleza árabe antes do início da reconquista cristã. Em 1147/48 foi conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques, para, passado algum tempo, voltar a ser tomada pelos muçulmanos. A fortaleza é definitivamente reconquistada por D. Afonso, filho de D. Sancho I, em 1190. Os inúmeros ataques inimigos, tanto por parte dos mouros como durante o período de guerra com Castela, provocaram a destruição desta antiga fortaleza e da sua cerca. As muralhas e torres do castelo foram, por isso, mandadas reconstruir, em 1374, por D. Fernando. Mais tarde, com o terramoto de 1755, o castelo foi também uma das construções da vila que mais danos sofreu. O recinto do Castelo foi cedido à Câmara Municipal por carta de lei datada de 3 de Abril de 1839, mas o Cemitério Municipal já aí estava instalado desde 1835, onde permaneceu até 1935. Quanto às muralhas da cerca, passaram para posse da Câmara só em 1923, por despacho do Ministro da Guerra. Na alcaidaria funcionou, até 1961, a cadeia comarcã de Torres Novas.

VILA NOVA DA BARQUINHA

Castelo de Almourol

Castelo de Almorol - Sardoal Berço de lendas que a imaginação dos habitantes engendraram, o Castelo de Almourol é bem um baluarte templário num cenário de sonho, que se ergue sobre um afloramento granitico no meio do rio Tejo. Da imponente Torre de Menagem do Castelo pode vislumbrar-se todo o encanto da paisagem circundante, as transparentes águas do Tejo, bem como os campos cobertos de frutos amadurecidos pelo sol. Característica da vida à beira rio é sem dúvida a frente ribeirinha de Tancos com o povoado muito próximo do rio que se reflete nas azuis águas do espaçoso leito do Tejo que vê passar os seus emproados barcos outrora tão dinamizadores desta região.