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Distrito de Portalegre

Monumentos e locais a visitar

 

ALTER DO CHÃO

Igreja Paroquial de Alter Pedroso

Fundada no séc. XV, dedicada a Nossa Senhora das Neves, alterada do séc. XVII. Interior de uma só nave, altar-mor em talha dourada, portal e torre de raiz medieval. No altar-mor, retábulas e imaginária. Trabalhos em massa decorando o interior do templo.

Chafariz dos Bonecos

Mandado construir pela Câmara Municipal em 1799. Semelhante ao Chafariz da Barreira, mas mais complexo, tinha nas extremidades e no coroamento cinco pequenas esculturas que lhe deram o nome, das quais resta parte de uma delas Escudo com as armas de Portugal e de Alter, em baixo relevo e muito obstruído por cal presume-se que seja a efingie do Príncipe Regente D. João. Tanque rectangular e 2 bicas laterais, interessantes trabalhos em massa

Ponte de Vila Formosa

Construída pelos romanos nos finais do séc. I, início do séc. II D.C. sobre a Ribeira de Seda, na Estrada que liga Alter do Chão a Chança e Ponte de Sôr. Construída em grossa cantaria aparelhada e almofadada. Consta de 6 arcos iguais entre si e compostos nas frentes por trinta e três aduelas e cinco olhais em forma de pórtico. Monumento Nacional

Castelo de Alter Pedroso

Construído no séc. XIII, doado por D. Afonso III aos Cavaleiros de Avis, reconstruído por D. Dinis e destruído por D. João D’ Áustria em 1662. De traça primitiva só resta um portal gótico, partes de muralha em ruínas e a porta da Capela de S. Bento no interior. Imóvel de interesse público

Castelo de Alter do Chão

Castelo residência mandado construir por D. Pedro I em 1359. Planta quadrangular com torres e cubelos cilíndricos coroado de ameias, coruchéus cónicos e portais góticos, torre de menagem quadrada. Pertence à Casa de Bragança e está classificado como monumento nacional

ARRONCHES

Igreja Matriz de Nª Sª de Assunção

Situada junto aos Paços do Concelho e da Misericórdia, a Igreja Matriz, do orago de Nª. Srª. da Assunção substituiu, em meados do século XVI, o antigo templo gótico de 1236, do padroado de Mosteiro de Santa Cruz, de Coimbra. Atribui-se a S. Teotónio, prior de Santa Cruz de Coimbra, a fundação desta Igreja, cuja primeira pedra terá sido lançada em 7 de Janeiro de 1236, data em que D. Sancho II doou ao Mosteiro de Santa Cruz.

Abrigo Paleolítico

No Concelho de Arronches, concretamente na Serra dos Louções, Vale de Junco e Serra da Cabaça ou Cavaleiro, encontramos as únicas pinturas rupestres do género a Sul do Tejo, registadas em Portugal. Consideradas Monumentos Nacionais as de Vale de Junco e dos Louções por Decreto nº 251/70, de 3 de Junho e Imóvel de Interesse Público o Abrigo Pinho Monteiro, por Decreto nº 1/86, de 3 de Janeiro, constituem uma riqueza patrimonial do Concelho que urge proteger da ignorância malévola dos que por ali passam e das vicissitudes do tempo. A arte produzida sobre a pedra em rochas de abrigo, grutas ou cavernas, às vezes em esteio dolménico ou sobre pedas a descoberto sob a forma de pinturas, nos primeiros casos, e de insculturas no segundo, tem a chamada arte rupestre importante representação na Península Ibérica.

AVIS

Castelo

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, as terras da actual Avis foram doadas, em 1211, pelo rei D. Afonso II (1211-1223) à Milícia dos Freires de Évora (fundada em 1175), com a condição de as povoarem e de construírem um castelo para a defesa do lugar. As obras teriam lugar entre 1214 e 1223, atribuídas ao seu primeiro Grão-Mestre, D. Fernão Anes, tendo os freires transferido para aqui a sede da sua Ordem, posteriormente denominada como Ordem Militar de São Bento de Avis ou, simplesmente, Ordem de Avis. Ainda na primeira metade do século XIII foi erguido o primitivo edifício do Convento. Seria, a partir da ascensão de D. João I, Mestre de Avis, ao trono, que o nome da vila ficou associado à História de Portugal, passando a Ordem para a dependência da Coroa

Convento de São Bento de Avis

Convento masculino da Ordem Militar de Avis, foi fundado no início do século XIII quando o monarca doou a vila à Ordem para fortificação e povoamento. Os freires transferiram o convento de Évora, adoptando o nome de Ordem Militar de Avis a partir dessa data, 1211. Actualmente a igreja e a estrutura conventual são propriedade pública. A igreja está afecta ao culto. Situa-se no Largo do Convento de Avis.

CAMPO MAIOR

Museu de Arte Sacra

Propriedade da Fábrica da Igreja da Freguesia de São João Baptista, propõe aos visitantes um percurso através da história da salvação, com base numa vasta colecção de pinturas, imagens, peças de mobiliário e de ourivesaria, recolhidas em várias igrejas do concelho de Campo Maior, que constituem um documento ímpar e uma ilustração da religiosidade dos Campomaiorenses entre os séculos XVI e XX. Encontra-se instalado na CAPELA DE NOSSA SENHORA DO CARMO, em pleno centro histórico da Vila de CAMPO MAIOR, na rua de São João Baptista. Esta capela constitui uma verdadeira jóia da pureza da arquitectura popular barroca e foi mandada construir pelo PADRE JOSÉ COELHO PEREIRA em 1801, com as esmolas do povo. Os tesouros artísticos expostos descrevem um itinerário da história de Jesus Cristo e encontram-se distribuídos por seis espaços temáticos.

Capela dos ossos

A capela dos ossos de Campo Maior data do ano de 1766, sendo a segunda maior do país, só a superando a existente na Igreja de São Francisco, em Évora. A sua construção fica a dever-se à tragédia que se abateu sobre Campo Maior em meados de 1732, quando um raio caiu na torre do castelo que servia de paiol, dizimando grande parte da população desta vila. Anos mais tarde procedeu-se à recolha das ossadas daqueles que pereceram na explosão e, em sua memória, é construída a presente Capela. Numa das paredes, escrita com ossos das costelas a frase, "Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos", convida-nos à reflexão do quão efémera é a vida

Igreja Matriz

Planta composta, longitudinal, regular, de três naves, com transepto pouco saliente e cabeceira orientada a NE.. Volumes articulados dispostos na horizontal, vencendo-se o declive do terreno (de NE. para SO.) com escadaria na frontaria. Dois adros laterais, antecedidos também por escadarias, dão acesso às portas laterais da igreja. Coberturas em telhados de duas águas e terraço. Fachada principal virada a SO., antecedida de escadaria boleada que dá acesso, após gradeamento sob arco em asa de cesto, ao nártice, onde se abre o portal principal, com frontão triangular. Esta fachada define-se entre duas torres de secção quadrada, abrindo-se, na zona central, três janelões, do coro, dois com frontões triangulares a ladearem um de frontão curvo, e ainda um óculo sobre o janelão do meio; o conjunto é terminado por varanda de balaústres altos com cruz entre dois pináculos

Castelo de Campo Maior

Fortificação abaluartada: magistral de traçado abaluartado formando polígono irregular de 10 lados com alguns troços de cortina desaparecidos; flanqueando as cortinas e partindo do sector S. e no sentido dos ponteiros do relógio, apresenta: baluarte da Boa Vista, meio baluarte de São Sebastião, Portas da Vila, meio baluarte de Lisboa, meio baluarte do Curral dos Coelhos, baluarte de Santa Cruz, baluarte do Cavaleiro ou de São João, meio baluarte do Príncipe, baluarte da Fonte do Concelho,

CASTELO DE VIDE

Castelo

Feitas e desfeitas as fortificações medievais ao longo do séc. XIII, ao sabor dos interesses senhoriais que quase sempre, brigavam com os interesses da coroa e também com os da população, que preferia ter como senhor o longínquo rei, levanta-se definitivamente o castelo, por iniciativa de D. Dinis, concluindo-se já no reinado de seu filho, Afonso IV, em 1327. Foi assim que Vide passou a Castelo de Vide. O castelo situa-se no canto S das fortificações medievais, que integram o primitivo burgo, constituindo as suas muralhas o prolongamento das da cerca urbana. Os muros desenham um polígono ligeiramente trapezoidal que apresenta a Torre de Menagem, de secção rectangular, no ângulo S, e, no tramo NO um cubelo que flanqueava o ângulo N do primitivo pátio

Estátua de D. Pedro V

Está erguida sobre um alvíssimo pedestal a estátua de D. Pedro V, destinada a assinalar a visita que o Rei fizera a Castelo de Vide, no dia 7 de Outubro de 1861, cerca de um mês antes de morrer, perpetuando deste modo a memória de um rei que apelidou Castelo de Vide de "Sintra do Alentejo". O monarca fora recebido na região com provas de grande estima por parte da população, e a notícia do seu falecimento causou grande consternação. A iniciativa levou algum tempo a concretizar-se. Em 1863, Victor Bastos foi contratado para a construção da estátua, que somente foi concluída em 1866. É em mármore de Estremoz e foi obra do artista Manuel das Dores. Foi inaugurada em 29 de Setembro de 1873. Situa-se no centro Praça D. Pedro V.

Forte de S. Roque

O Forte de S. Roque é um exemplo de arquitectura militar moderna abaluartada, constituído por quatro baluartes dispostos nos vértices de polígono interno que forma um rectângulo com porta de acesso a NW. Foi mandado edificar por Manuel Azevedo Fortes entre 1705-1710, governador da Praça de Castelo de Vide. Esta construção é feita em alvenaria de pedra à fiada com argamassa de cal, escarpada do lado exterior e com terraplenos do lado interior. Os baluartes são pontiagudos com guaritas em tijolo maciço e rebocadas. Os materiais usados são: a pedra (granito), tijolo, cal, cal hidráulica, areia e terra. O Forte de S. Roque, assim como toda a fortificação de Castelo de Vide foram alvo de várias intervenções, a última das quais em 2002.

ELVAS

Forte de Nossa Senhora da Graça

Oficialmente denominado como Forte Conde de Lippe, no Alentejo, localiza-se a cerca de um quilômetro a norte de Elvas, em Portugal. Em posição dominante sobre o chamado Monte da Graça, integrava a defesa da Praça-forte de Elvas, que complementava.

Castelo de Elvas.

Erguido na zona lindeira, no alto de um monte em posição dominante sobre a povoação e o rio Guadiana, integra um impressionante conjunto defensivo erguido ao longo dos séculos. Na Idade Média, o papel do castelo era complementar à invocação expressa no brasão de armas da cidade: Custodi nos domine, ut pupilam oculi (Guardai-nos, Senhor, como à pupila do olho). Atualmente é considerado como um dos melhores exemplos da evolução histórica da arquitectura militar no país. O castelo medieval ergue-se na cota mais elevada do terreno, a 320 metros acima do nível do mar. Em seu conjunto apresenta elementos dos variados períodos construtivos, que, no início da Idade Moderna, encontrava-se composto por três cortinas defensivas, conservando as duas mais antigas importantes estruturas do período muçulmano.

Aqueduto da Amoreira

Liga o local da Amoreira à cidade de Elvas. Tem 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres de 31 m de altura. Desde a época de ocupação árabe a povoação de Elvas era abastecida pelo Poço de Alcalá, situado perto do antigo Paço Episcopal. No entanto, a partir do século XV, devido ao aumento da população, o poço tornou-se insuficiente para abastecer de água a cidade. Logo no início do reinado de D. Manuel I, o monarca autorizou o lançamento de um imposto, o Real de Água, para serem executadas obras de conservação do poço medieval. Estas obras não resolveram os problemas de abastecimento existentes, pelo que a edilidade local pensou em construir um aqueduto que trouxesse a água desde os arrabaldes, no local da Amoreira, até ao centro da cidade. Em 1537 D. João III designou o arquitecto Francisco de Arruda, mestre das obras do Alentejo e autor do Aqueduto da Água de Prata de Évora, para executar o projecto do novo aqueduto de Elvas. As obras iniciaram-se no mesmo ano, prosseguindo até 1542, data em que a extensão do canal chegava ao Convento de São Francisco. Seguiu-se então a execução da parte mais complexa do projecto, uma vez que depois dos seis quilómetros iniciais já edificados, os arcos do aqueduto iriam aumentar de dimensão. A obra tornava-se cada vez mais onerosa, embora os impostos cobrados aos habitantes da cidade destinados à edificação do aqueduto fossem sendo aumentados ao longo dos anos.

Primeira Muralha Islâmica

Após a fundação de Elvas em 884, esta primeira cerca definiu a medina islâmica, no que hoje se conhece como o bairro de Alcáçova. Desta muralha restam duas portas: a Porta do Miradeiro (GPS N 38º 52' 56.81'' W 7º 9' 45.27'') onde são visíveis alguns silhares romanos na sua estrutura. O arco em ferradura, característico deste período, foi destruído já no sec. XX; a Porta do Templo (GPS N 38º 52' 54.75'' W 7º 9' 49.76'') que recebe o nome da Ordem do Templo, dado por ai terem entrado os Cavaleiros Templários, que se juntaram ao rei para a conquista de Elvas no século XIII. O arco actual é uma construção romântica, do século XIX, que emoldura a porta original, escondida à direita.

FRONTEIRA

Termas de Cabeço de Vide

As águas sulfurosas de Cabeço de Vide foram utilizadas pelos romanos, desde 118 anos antes de Cristo, época do Imperador Romano César Augusto, durante cerca de 600 anos. Desde a Idade Média até aos princípios do séc. XIX, essas águas correram desaproveitadas para a ribeira ou permaneciam estagnadas em charcos onde mendigos lavavam as chagas e os animais banhavam as feridas. Em 1816 forma feitas análises químicas ás águas e os resultados revelaram que continham ácido hidrosulfúrico, soda e magnésio, tendo o então Juiz de Fora de Cabeço de Vide, tomado a iniciativa do aproveitamento destas águas em benefício dos doentes. As propriedades das águas de Cabeço de Vide são amplamente reconhecidas e em 1878 são premiadas nas Exposições Universais de Paris e Rio de Janeiro. Em 1935 a Junta de Freguesia de Cabeço de Vide obtém definitivamente o alvará de Concessão Perpétua e faz grandes obras de melhoramento.

Igreja Matriz de Belver

A Construção da Igreja foi dedicada a nossa Senhora da Visitação parece datar de meados do século XVI, embora tenha sofrido modificações ulteriores. Como obras de arte de importância contam-se um quadro representando S. Miguel no Purgatório, sobre o Altar das Almas, e atribuído ao pintor Pedro Alexandrino que viveu entre 1729 e 1810. Uma outra pintura, no Altar-Mor, mostrando a Visitação de Nossa Senhora a Santa Isabel não está assinada, desconhecendo-se o autor, admitindo-se, contudo, ser do mesmo pintor.

MONFORTE

Villa Lusitano-Romana - Torre de Palma

A Villa Romana de Torre de Palma situa-se a cerca de 5 Km de Monforte, na herdade do mesmo nome. Trata-se de uma vasta VILLA RUSTICA onde uma decerto poderosa família Romana, os BASÍLII, cujo nome é conhecido através de uma inscrição encontrada no local, construíram uma sumptuosa residência, aí se fixando de modo permanente talvez desde o Séc. II até ao Séc. IV da nossa era rodeando-se dos seus servos e amigos, recebendo numerosos convivas e viajantes, e explorando um vasto latifúndio, que incluía lagares, celeiros e outras dependências agrícolas. "Numa manhã de março de 1947, a aiveca do charrueco de Joaquim Inocêncio, pôs a descoberto um pequeno fragmento de mármore trabalhado que pertencia ao capitel de uma coluna. À hora do jantar, ao meio-dia, engoliu rapidamente a açorda, muniu-se de um enchadão e foi direito ao local. A uns cinquenta centímetros de profundidade encontrou um pavimento de pedrinhas coloridas com figurações para ele totalmente desconhecidas

PONTE DE SÔR

Moinhos de Tramaga

Localizados na freguesia de Tramaga, a poucos quilómetros de Ponte de Sôr, estes moinhos de rodízio (funcionam por meio de uma roda horizontal movida a água) à beira do rio Sôr têm raízes medievais e estão envolvidos num ambiente de beleza natural. Apenas é possível conhecer o seu exterior, uma vez que pertencem a particulares. Junto, existe um espaço para merendas

Ponte de Sôr

Ponte de Sor deve o seu nome à primitiva ponte romana, que integrava o percurso da 3ª via militar que ligava Lisboa a Mérida e a que faz referência um marco miliário do tempo do imperador Marco Aurélio Probo, não se tendo, contudo, informações claras de ocupações humanas anteriores aos Romanos. Esta foi uma região de fronteiras muito instáveis durante a reconquista Cristã, tendo sido o território entregue à Ordem dos Templários, e posteriormente reconquistada pela Ordem de S. Bento.

PORTALEGRE

Sé Catedral

Templo consagrado a Nossa Senhora da Assunção. Criada a diocese em 1549, iniciou-se a construção da Catedral a 14 de Maio de 1556. A Igreja de Santa Maria a Grande foi então escolhida para servir de Sé até à inauguração do novo templo. A D. Julião de Alva, capelão–mor da rainha D. Catarina e primeiro Bispo de Portalegre, coube o lançamento da primeira pedra para a referida construção que só viria a concluir-se durante o Governo do 3º Bispo D. Frei Amador Arrais, mas que continuou a sofrer alterações e ampliações até ao século XVIII. É uma construção onde predomina o estilo renascença, mas com incursões no barroco. O interior contém um magnífico conjunto de pinturas maneiristas, uma importante colecção de talha dourada, e ainda belos conjuntos de azulejos dos séculos XVI a XVIII. Merecem destaque os azulejos da sacristia e o belo arcaz de pau rosa, do início do século XVIII, ali existente.

Castelo de Portalegre

Localiza-se na freguesia da Sé. Em posição dominante sobre a povoação, destaca-se pelo contraste entre a cor escura das suas muralhas e o branco da cal das casas em redor. Sua primitiva função era a defesa da raia alentejana, frente a Castela.

Mosteiro ou Convento de São Bernardo

De seu nome completo Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição de Monjas da Ordem de Cister, está situado na cidade de Portalegre, Portugal. Foi fundado em 1518 pelo Bispo da Guarda D. Jorge de Melo para albergar "donzelas sem dote". A sua igreja e os dois claustros a ela anexa estão classificado como Monumento Nacional

Miradouro da Fonte dos Carvoeiros - Carreiras

Fonte dos carvoeiros - Altitude: 670 m. Magnífica vista panorâmica. O granito é bem evidente nas trincheiras da estrada e no local do próprio miradouro. É uma variedade, quiçá a mais antiga, dos chamados "Granitos tectonizados de Portalegre" - rochas que, depois de formadas, foram sujeitas, muitos milhões de anos depois, a importantes deformações devido, fundamentalmente, a pressões que orientaram, estiraram e, nalguns casos, esmagaram os minerais constituintes. À esquerda de quem se volta para a planície (direcção sudeste) avista-se o pico de S. Mamede (1025 m de altitude) o ponto mais elevado do continente português, a sul do Tejo. Repare-se no coberto vegetal da região, que confirma o enunciado na introdução. Uma importante e rara ocorrência: o carvalho sob a forma de montado. Inicialmente existia densa floresta de carvalhos que foi desbastada, permitindo a cultura cerealífera e o aproveitamento de ramas e landes para o suplemento alimentar dos animais.