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Distrito de Coimbra

Monumentos e locais a visitar

 

Fraga da Pena - Benfeita

CulturaLocalizada próximo da aldeia serrana de Benfeita, esta queda de água - originada por um acidente geológico - é um dos mais peculiares recursos naturais da área de Paisagem Protegida da Serra do Açor. O facto de a cascata ocorrer num vale muito apertado, gera uma micropaisagem inesperada, com vegetação a cobrir o xisto. O desnível principal da Fraga da Pena tem 20 metros e é alimentado pela Barroca das Degrainhas, formando uma primeira lagoa cujas águas escorrem para outra, de menores dimensões, originando uma segunda cascata.

Praia Fluvial de Pomares

CulturaNas margens do rio Alva, esta praia fluvial é contígua a um parque de campismo que convida ao descanso nas faldas da Serra do Açor. Possui uma cativante envolvente natural e tem disponíveis bons equipamentos de apoio e segurança.

Barragem de Fronhas - Arganil

CulturaApós passar a norte de Arganil, o rio Alva prossegue entre cabeços na direcção do Mondego, com o qual confluirá a jusante do açude da Raiva. Nas Fronhas, perto de Sarzedo, foi construída uma barragem: os braços da albufeira estendem-se até às proximidades da sede do concelho.

Portugal dos Pequenitos

Culturaé um parque temático sito no Largo do Rossio de Santa Clara (Coimbra), especificamente concebido e construído como um espaço lúdico-pedagógico para mostrar às crianças aspectos da arquitectura e da história do Império Português. Iniciado nos finais da década de 1930 e princípios da década de 1940, a concepção e arquitectura do parque estão fortemente imbuídas do espírito nacionalista do tempo. O parque foi inaugurado a 8 de Junho de 1940.

Arco e a Torre de Almedina

CulturaO Arco e a Torre de Almedina são dois dos testemunhos monumentais mais eloquentes do que foi a Muralha de Coimbra. No século XII, Coimbra torna-se a capital de um novo Reino e é no topo da colina ( actual Largo D. Diniz) que se erguia a Torre de Menagem do Castelo. Era aí que se encontrava a Porta do Sol um dos mais importantes acessos à cidade. A muralha seguia depois na direcção da Torre de Almedina, que nos séculos XIV e XV serve de Casa de Audiência da Câmara. Mas no nome ficam as reminiscências mais claras da presença árabe em Coimbra. Durante a ocupação árabe da cidade, as muralhas estendiam-se ao longo de cerca de dois quilómetros, constituindo um poderoso sistema defensivo no qual se integravam a Torre e o Arco de Almedina, que continua a ser a entrada principal para a parte Alta da Cidade. Na Barbacã, actualmente de traços seiscentistas, são ainda visíveis os arranques de dois arcos em ferradura do antigo portal duplo da Cidade Muçulmana. A lógica dos vencedores impôs novos códigos estéticos: uma escultura da Virgem com o Menino da autoria de João de Ruão prevalece hoje na Porta da Barbacã.

Mosteiro de Santa Clara-a-velha

CulturaO Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, associado de uma forma simbólica à carismática figura da Rainha Santa, representa para a cidade de Coimbra e para o País, uma importante peça que simboliza materialmente essa importante figura da nossa História.

A sua primeira fundação deu-se em 1286, por iniciativa de Dona Mor Dias, uma abastada senhora que se encontrava recolhida no Mosteiro das Donas, anexo ao Mosteiro masculino de Santa Cruz. Era seu objectivo fundar uma casa religiosa ligada à ordem de Santa Clara.  Esta primitiva fundação originou, contudo, graves litígios que só vieram a terminar com a extinção do mosteiro em 1311. Três anos mais tarde, a Rainha Santa Isabel decidiu retomar a pretensão de reinstalar as clarissas em Coimbra pedindo licença à Santa Sé para fundar um mosteiro de Santa Clara, em Coimbra, tendo obtido a necessária autorização do papa Clemente V, a 10 de Abril de 1314.

A partir desta data, a construção do novo mosteiro de clarissas de Coimbra foi marcada pelo protagonismo da Rainha Santa não só através do alto patrocínio que lhe concedeu, mas também do seu próprio empenhamento pessoal. Dois anos após ter sido autorizada a fundação decorriam já as obras e, em 1317, instalaram-se no mosteiro de Santa Clara de Coimbra as primeiras freiras vindas de Zamora.

O novo templo só estaria terminado em 1330, ano em que foi sagrado pelo bispo de Coimbra, D. Raimundo. A traça da igreja deveu-se ao arquitecto régio Domingos Domingues, que anteriormente havia trabalhado no claustro do mosteiro de Alcobaça. No entanto, como este faleceu em 1325, a conclusão da igreja e o início da construção do claustro couberam ao seu sucessor mestre Estevão Domingues.

A localização do mosteiro na margem do Mondego marcou inevitavelmente a sua história devido à invasão das cheias do rio, que se foram agravando com o assoreamento progressivo deste e tornando calamitosas as condições de vida desta instituição monástica.

No século XVII, para terminar com esta situação, o rei D. João IV ordenou a construção de um novo mosteiro num sítio mais elevado, para o qual as religiosas  se transferiram em 1677. O primitivo mosteiro, que então passou a ser designado de Santa Clara-a-Velha, entrou definitivamente em inexorável estado agónico. Iniciou-se, assim, um  secular processo de esquecimento que conduziu o antigo mosteiro de Santa Clara ao estado de verdadeira ruína

Convento de Santa Clara-a-nova

CulturaO mosteiro de Santa Clara de Coimbra foi originalmente fundado nos inícios do século XIV, perto das margens do rio Mondego. Isabel de Aragão, rainha de Portugal e esposa de D. Dinis, foi a principal benfeitora do mosteiro nos seus inícios, tendo-o escolhido como lugar de seu sepultamento.

As constantes inundações de que era vítima o velho mosteiro levaram à decisão de construir outro edifício para a comunidade de clarissas. Assim, as obras do actual mosteiro começaram em 1649, estando já a igreja e vários edifícios conventuais terminados em 1696, quando se mudaram as últimas monjas. O arquitecto responsável pelo projecto foi João Turriano, frade beneditino, engenheiro-mor do reino e professor de matemática da Universidade de Coimbra.

Na rica igreja maneirista, o lugar de honra cabe à urna de prata com óculos de cristal contendo o corpo incorrupto da Rainha Santa Isabel, instalado em 1696 e pago pelo povo de Coimbra. O túmulo original, uma única pedra, mandado fazer pela própria rainha, jaz no coro baixo, onde painéis de madeira policromática contam a história da sua vida.

O grande claustro construído pelo húngaro Carlos Mardel, foi pago por D. João V em 1733.

Sé Velha

CulturaSé Velha de Coimbra é a única das catedrais portuguesas românicas da época da Reconquista a ter sobrevivido relativamente intacta até os nossos dias. A Sé Velha e, em menor grau, as Igrejas de Santiago e São Salvador, são expoentes da fase alfonsina do românico coimbrão. Outras igrejas da cidade como a do Mosteiro de Santa Cruz e a de São João de Almedina foram muito alteradas e perderam seu carácter românico.

Vista do exterior, a Sé Velha lembra um pequeno castelo, com muros altos coroados de ameias e com poucas e estreitas janelas. A aparência de fortaleza é comum às catedrais da época e explica-se pelo clima bélico da Reconquista. A fachada oeste (principal) tem uma espécie de torre central avançada com um portal de múltiplas arquivoltas e um janelão parecido ao portal. Os capitéis, arquivoltas e jambas do portal e do janelão são abundantemente decorados com motivos românicos com influências árabes e pré-românicas. A fachada é reforçada nos cantos por contrafortes que ajudam a compensar a forte inclinação do terreno. A fachada norte tem dois portais de estilo renascentista, sendo notável a Porta Especiosa, um pórtico de três andares, tipo retábulo, construído na década de 1530 por João de Ruão. Esse portal é uma das principais obras do primeiro renascimento em Portugal. Do lado este observa-se a ábside principal românica e os dois absidíolos, sendo que o do lado sul foi modificado em estilo renascentista. Sobre o transepto há uma torre-lanterna quadrangular românica com algumas alteraçoes no século XVIII.

O interior é de três naves e cinco tramos, com o transepto pouco desenvolvido, sendo a cebeceira formada por abside e dois absidíolos. A cobertura é feita por abóbada de canhão na nave central e transepto, e por abóbada de aresta nas naves laterais. A nave principal tem um elegante trifório (galeria com arcadas) no segundo piso. Todas as colunas do interior tem capitéis decorados com temas geométricos, vegetalistas ou animalistas. As janelas da torre-lanterna do cruzeiro e o janelão da fachada principal são as principais fontes de luz natural da Sé.

Sé Nova

CulturaA Sé Nova de Coimbra, situa-se no Largo da Feira perto da Universidade de Coimbra, freguesia de Sé Nova.

Originalmente, a Sé Nova foi a Igreja do Colégio dos Jesuítas (Colégio das Onze Mil Virgens), que se haviam instalado em Coimbra em 1541. A igreja começou a ser construída em 1598, seguindo um projeto do arquiteto oficial dos jesuítas de Portugal, Baltazar álvares, influenciado pela igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora de Lisboa. As obras foram muito lentas e o culto somente se iniciou em 1640, com o templo sendo inaugurado apenas em 1698.

Em 1759, os Jesuítas foram banidos de Portugal pelo Marquês de Pombal e, em 1772, a sede episcopal de Coimbra foi transferida da velha Sé românica para a espaçosa igreja jesuíta.

A fachada da igreja é marcada por fortes linhas e possui quatro estátuas de santos jesuítas. A parte superior da fachada, terminada só no século XVIII, tem decoração barroca e contrasta com as partes inferiores, em estilo maneirista. O interior é de uma só nave abobadada com capelas laterais e transepto com cúpula e lanternim. O transepto e a capela-mor estão decorados com enormes e magníficos retábulos de talha dourada, construídos em finais do século XVII e princípios do século XVIII. As capelas laterais contém vários retábulos maneiristas e barrocos.

O cadeiral da capela-mor, do século XVII, foi trazido da Sé Velha, assim como a magnífica pia baptismal de uma das capelas laterais, esculpida em estilo gótico-manuelino por Pero e Felipe Henriques no início do século XVI.

Jardim da Manga ou Claustro da Manga

CulturaO Jardim da Manga ou Claustro da Manga é um logradouro público português, localizado perto da igreja de Santa Cruz, na baixa da cidade de Coimbra. Há relatos de que o seu nome provém do facto de D. João III ter feito o seu traçado na manga do gibão que vestia. De suas origens, ainda restam as construções que preenchiam o centro do jardim e podem ver-se, dentro dos cubelos, quatro pequenos retábulos muito mutilados, atribuídos a João de Ruão. O jardim também tem como atrações lagos que, segundo seus admiradores, lhe dão frescura e beleza

Quinta das Lágrimas

CulturaA tradição e a literatura associam fortemente a estória de Pedro e Inês à Quinta das Lágrimas. Conta-se que a quinta foi cenário dos amores proibidos do príncipe D. Pedro (futuro Pedro I de Portugal) e Inês de Castro, uma fidalga galega que servia de dama de companhia a sua mulher D. Constança. D. Inês terminou assassinada por fidalgos a quem o rei Afonso IV ordenara a sua morte. As lágrimas então derramadas por Inês e pelo povo em sua memória inspiraram Luís de Camões a criar o nome de Fonte das Lágrimas e muitos outros escritores a consagrar o amor eterno de Pedro e Inês.

Espaço romântico, onde a história e a lenda se misturam, que está ligado à mais conhecida das histórias de amor portuguesas: D. Pedro e D. Inês de Castro. A maior parte dos jardins da Quinta das Lágrimas foram idealizados por Miguel Osório Cabral de Castro em meados do século XIX. Os jardins seguiam uma tendência da época, a da constituição de uma espécie de Museu Vegetal, onde estariam representadas espécies de todo o mundo. Nos jardins foram plantadas espécies raras e valiosas, algumas das quais são mesmo espécimes únicos no país. O então proprietário beneficiou da sua amizade com o director do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, com quem trocava exemplares. A flora da Quinta das Lágrimas forma um conjunto de tal maneira rico e diversificado que se equipara em raridade e exotismo aos mais completos jardins botânicos

A vegetação da Quinta é constituída por um arboretum que se pode dividir em duas partes distintas: a mata da encosta e a zona ajardinada junto ao palácio. A primeira destas zonas é formada por uma mata densa, sendo a segunda caracterizada por uma vegetação mais espaçada no terreno e onde predominam as espécies exóticas de grande porte e raridade.

Saindo do lado da capela entramos no chamado jardim histórico. à esquerda, debruçando os seus ramos sobre o Palácio, encontra-se talvez a mais rara árvore da Quinta, um majestoso podocarpo (Afrocarpus falcata), originário do Sul do continente africano, do qual existe apenas mais um exemplar em Portugal, no Jardim Botânico de Coimbra, no terraço da entrada dos Arcos do Jardim. Junto a esta espécie encontram-se um abeto (Abies alba) e um incenso ou pitósporo (Pittosporum undulatum). Um pouco mais adiante está plantado um lódão-bastardo (Celtis australis) e logo a seguir nasce um pequeno bosque de bambus chineses (Phyllostachys bambusoides) que cercam uma palmeira-das-canárias (Phoenix canariensis), uma das cinco espécies de palmeiras existentes na Quinta.

Fonte dos Amores

CulturaProtegendo a Fonte dos Amores está uma das mais extraordinárias árvores da Quinta, a gigantesca figueira-da-austrália (Ficus macrophylla). é um dos maiores exemplares desta espécie existentes no país. Um pouco adiante, a caminho da Fonte das Lágrimas, encontram-se duas esguias sequóias (Sequoia sempervirens). Até à Fonte das Lágrimas passamos por várias olaias (Cercis siliquastrum), palmeiras-da-china (Trachycarpus fortunei) e lódãos (Celtis australis). Dominando a Fonte e o tanque encontramos um belíssimo plátano (Platanus x hispanica). Podemos ainda contemplar bonitos exemplares de cedros-do-buçaco (Cupressus lusitanica) e de cedros-do-himalaia (Cedrus deodara)

Buracas do Casmilo

CulturaNos principais maciços calcários portugueses, o processo de evolução cársica do relevo conduziu à formação de paisagens peculiares cujo valor patrimonial não oferece reservas. O Maciço de Sicó - localizado entre os concelhos de Condeixa-a-Nova, Pombal e Alvaiázere - não constitui excepção e nele se inscrevem formações geológicas audazes, das quais o Vale das Buracas dá provas. é na freguesia do Furadouro, na povoação do Casmilo (enquadrada pelo monte da Senhora do Círculo e pela Serra de Janeanes) que vamos encontrar este vale, um pequeno canhão fluviocársico, cujas vertentes se abrem em concavidades de desenvolvimento horizontal - as designadas buracas - que lembram, vagamente, largas bocas prontas a tragar. é um abatimento da parte nuclear do monte que desencadeia este fenómeno - a que se dá o nome de incasão - sendo que só as cavidades laterais, remanescentes da gruta que antes se ocultava dentro do monte, permanecem visíveis.

Se ao visitante comum, as buracas impressionam pela imponência, aos espeleólogos e praticantes de desportos de outdoor (escalada, montanhismo, orientação, rappel...) constituem-se em desafio empolgante.

Conímbriga

CulturaO Sítio de Conímbriga, que teria sido habitado desde o Neolítico, tem presença humana segura no Calcolítico e na Idade do Bronze, épocas originárias dos testemunhos mais antigos que até nós chegaram. é certo que os Celtas aqui estiveram: os topónimos terminados em “briga” são testemunho claro dessa presença. Conímbriga era portanto um castro quando os Romanos em 138 a.C. aqui chegaram e se apoderaram do oppidum.

Castelo de Alcabideque

CulturaAlcabideque é um nome arabizado em que o reconhecível prefixo al- obscurece uma raiz latina - caput aquae - significando, literalmente, "mãe-d'água". Identificando, por conseguinte, a nascente de água ali existente, este topónimo regista a circunstância que tornou Alcabideque num local tão importante em tempos romanos e pela qual é conhecido ainda, nos dias de hoje.

Após a fundação de Conímbriga, os romanos construíram um aqueduto com cerca de três quilómetros - cuja conduta é, essencialmente, subterrânea - por forma a dotar a cidade com água. O Castellum de Alcabideque mais não é do que uma torre de captação, junto a um tanque recolector, que servia essencialmente para captar e elevar a água para o seu posterior transporte, através do aqueduto.

Perdida a sua funcionalidade, tantos séculos volvidos, o castellum subsiste enquanto exemplo da engenhosa construção romana

Forte de Santa Catarina - Figueira da Foz

CulturaA construção desta fortaleza marítima iniciou-se nos finais do séc. XVI e a sua forma triangular resultou do facto de o terreno disponível ser muito limitado. Foi saqueada por piratas ingleses em 1602, mandada ampliar por D. João IV, ocupada na I Invasão Francesa e retomada aos franceses em 1808. No interior fica a pequena capela seiscentista de Santa Catarina. Fazia parte da linha defensiva que integrava o Forte de Buarcos e o Fortim de Palheiros. Está em bom estado de conservação, graças às várias obras que recebeu ao longo dos tempos.

Farol do Cabo Mondego

CulturaO farol do Cabo Mondego que está situado na extremidade SO da Serra de Buarcos, a três milhas ao NNO da serra desta vila, principiou a funcionar em 1857.

O seu aparelho é do sistema Fresnel, com candeeiro de Carcel, de luz fixa. Alcança 20 milhas, em boas condições atmosféricas, e tem o foco elevado a 79 metros sobre o nível do oceano.

A altura ao foco luminoso sobre a base do edifício é de 44,55 metros. A lanterna é composta de um corpo de 7,65 de altura com seis faces de 1,98 de largo, tendo no vértice da cúpula, que é de metal, uma chaminé resguardada por um capacete esférico, do centro do qual sai a haste do pára-raios.

A torre em que esta lanterna assenta é composta de três corpos principais -o 1º quadrangular com 4,35 de altura construído de alvenaria jorrada de azulejos brancos; o 2º, octogonal também forrado de azulejos brancos, tendo de altura 4,30 metros; o 3º em que assenta a lanterna, de forma cilíndrica em 2,12 metros de altura.

O vértice da lanterna está a 17,72 metros sobre a base do edifício, e o número de graus do sector iluminado no horizonte é de 270".

Igreja Matriz de Lavos

CulturaA Igreja Matriz de Lavos, considerada uma das relíquias deste concelho, vai entrar em obras faseadas, que se deverão prolongar durante três anos. Todavia, para a concretização deste projecto e apesar do apoio da autarquia, faltam milhares de euros e, por isso, o “Conselho Económico” daquela freguesia pede à população um dia de trabalho por ano.

A necessidade de obras da Igreja Matriz foi notada há vários anos, mas foi a passagem de Santana Lopes pela Figueira da Foz que ajudou a dar corpo à aspiração. O ex-autarca, terá ficado “boquiaberto” com a arquitectura do templo e logo ali prometeu desbloquear verbas para restaurar algumas igrejas, entre as quais a de Lavos. A informação terá sido transmitida ao Bispo de Coimbra, que teve de mandar efectuar um levantamento do estado das igrejas

Paço de Maiorca

CulturaO Paço de Maiorca, distinta construção dos finais do século XVIII, apresenta-se como um dos mais notáveis edifícios de carácter civil do Baixo Mondego.

De planta rectangular, obedece à tendência paro desenvolver a fachada em comprimento, embora se não respeite uma perfeita simetria.

Pode ser apreciada, no seu exterior, uma longa e sóbria frontaria, constituída por três corpos, perfeitamente definidos através da inclusão na estrutura de pilastras, corpos estes que apresentam diferentes dimensões graças ao diferente número de janelas existentes nos dois corpos laterais. Em toda a sua extensão, a fachada é ainda recortado por janelas de cabeceira alta e verga curva, cujo desenho é, aliás, bastante característico da época.

Deste conjunto destaca-se ainda o corpo central que permite a entrada no andar nobre do Paço. Esta entrada é realizada através de uma elegante escadaria e portal com remate superior ondulado e interrompido / enriquecido com grinaldas e alguns motivos concheados, por sua vez encimado por um elegante frontão com a pedra de armas: escudo partido em pala, na 1° Cunhas; na 2° Melos. Coronel de nobreza.

Mas é o interior desta edificação que mais capta a atenção do visitante, particularmente o andar nobre e as diversas salas que o compõem.

Destaca-se desde logo a sala de entrada, conhecida por Salâo, espaço amplo e luminoso, de planta rectangular, cujas paredes são magnificamente decoradas por dez painéis de azulejos recortados, característicos da segunda metade do século XVIII.

Casas de Xisto

CulturaInserido na rede de Aldeias do Xisto, este agrupamento de quatro aldeias do Concelho de Góis – Comareira, Aigra Nova, Aigra Velha e Pena – estão integradas numa estrada panorâmica que as ligará ao Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã, a Santo António da Neve e a outras aldeias situadas na vertente oposta da serra. é com os olhos postos no alto que se agradece a existência destas aldeias-memória e a sua recente e progressiva transformação em aldeias-futuro, a chamar para cada uma delas uma nova alma que as belíssimas pedras de xisto, por si só, não podem conter

Praia Fluvial da Bogueira

CulturaLocal aprazível com bastante vegetação, onde se pode praticar canoagem. é um local muito procurado no Verão.

Palheiros - Mira

CulturaConstruções feitas em madeira, tendo algumas dois e três andares, assentes sobre estacaria, de modo a não constituir obstáculo à livre circulação das águas e areias durante as marés-vivas. As habitações mais pobres apresentavam somente uma única divisão : a compartimentação interior era feita à custa de redes ou cortinas de tecido, que pendiam do tecto, contrastando com a divisão em tabiques de madeira.

As tábuas podiam ser sobrepostas de duas maneiras: na horizontal, sendo pintadas com piche; e, na vertical, sendo as juntas tapadas por ripas.

Podiam-se pintar de verde, vermelho e azul e as ripas sempre de branco.

Capela de Sant’Ana - Oliveira do Hospital

CulturaA actual configuração resulta de uma intervenção de 1793.

Trata-se de um conjunto Barroco onde se destacam vários painéis de azulejos do Séc. XVII-XVIII e uma imagem de Sant’Ana do Séc. XVI

Miradouro do Cristo Rei-Pampilhosa da Serra

CulturaNeste miradouro poderá contemplar a bela vista da Vila de Pampilhosa da Serra.

Casa Museu de Carvalho

CulturaÉ no edifício da antiga Escola que actualmente se situa a Casa Museu da Liga de Melhoramentos de Carvalho, inaugurada a 27 de Agosto de 1994. Neste Museu encontramos peças do quotidiano e instrumentos de trabalho de antigamente.

Moinho Cravado na Rocha – Janeiro de Baixo

CulturaEmbora funcionasse essencialmente como instrumento de trabalho e tivesse como finalidade um sentido prático, não podemos deixar de considerar este moinho cravado na rocha como um ponto turístico a salientar. Num riacho que vais desaguar ao rio Zêzere, os homens souberam tirar partido do relevo natural desta zona, e construíram um moinho, cujas mós são movidas pela força da água, conjugando assim a beleza paisagística com o aproveitamento da natureza para a criação de instrumentos de trabalho mais eficazes. A água do rio era então conduzida pelos terrenos até à roda, sendo depois transmitido o movimento desta até à mó. O moinho é constituído por um único piso com interior amplo.

Ainda se encontra gravada, numa parede interior do moinho, a data de 21-11-1955, altura em que se terá realizado alguma intervenção.

Albufeira da barragem do Cabril - Portela do Fojo

CulturaA albufeira da Barragem do Cabril, é a maior reserva de água do Concelho de Pampilhosa da Serra. Contudo, esta albufeira, cuja barragem se situa em Pedrógão, tem o seu maior aproveitamento no nosso concelho em termos turísticos. São vários os locais onde se podem praticar desportos náuticos, pesca e até usufruir de momentos de lazer na piscina fluvial do Vilar.

Ilha dos Padrões

Culturaé na famosa ilha dos Padrões que os amantes do desporto se juntam para praticar desportos náuticos. Situada num local de rara beleza, esta ilha não é mais do que uma imponente montanha nascida na confluência das águas do rio Unhais e do Zêzere. Na povoação dos Padrões destaca-se ainda o casario antigo, bem como a magnífica Quinta de Nossa Senhora da Memória, de finais do séc. XVII, princípios do XVIII, que ainda conserva a sua pedra de armas.

Mosteiro do Lorvão

CulturaLocalizado no Concelho de Penacova, no Distrito de Coimbra. A época da fundação exacta do Mosteiro de Lorvão tem sido colocada no século VI, mas a data mais provável de sua fundação é na sequência da primeira reconquista de Coimbra, em 878. No século X, sua importância era já considerável, e isso manteve-se ao longo de toda a Idade Média. Depois de ter pertencido aos Beneditinos, o mosteiro passou para a Ordem de Cister, por imposição de D. Sancho I e também por envolvimento do Papa Inocêncio III, em 1211. Da fase românica conservam-se os capitéis nas capelas do claustro. O mosteiro foi um dos principais centros de produção de manuscritos iluminados na Idade Média portuguesa, destacando-se o Apocalipse do Lorvão e o Livro das Aves.

Barragem da Aguieira

CulturaBarragem da Aguieira situa-se no leito do Rio Mondego, a cerca de 2 quilómetros a jusante da foz do Rio Dão, situando-se nos limites do concelho de Penacova, no Distrito de Coimbra, e do concelho de Mortágua, no Distrito de Viseu. Concluída no ano de 1979, entrou em funcionamento no ano de 1981.
Barragem do tipo "Arcos Múltiplos", é formada por três arcos e dois contrafortes centrais, nos quais se situam dois descarregadores de cheia. Tem 89 metros de altura e o comprimento do coroamento é de 400 metros. Os seus principais objectivos são a produção e fornecimento de energia hidroeléctrica, a irrigação agrícola e o controle de cheias, sobretudo na chamada região do Baixo Mondego.
A sua albufeira estende-se pelos concelhos de Penacova, Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela, correspondendo a uma área inundada de 2.000 hectares e a uma capacidade total de 423.000×10³ m³.

Moinhos de Gavinhos

CulturaSobranceiros à bonita vila de Penacova, o conjunto de Moinhos de Gavinhos é um local especial, embora esteja parcialmente em abandono. Daqui o panorama pela zona envolvente...

Midões

CulturaA Aldeia de Midões situa-se no belo concelho da Tábua, na margem esquerda do fantástico rio Mondego, plena de história e antiguidade.
Esta é uma região de bem antiga ocupação humana, habitada por Romanos, e já importante antes da formação da Nacionalidade Portuguesa, no século XII.
Midões tem mantido vivas as suas tradições e o seu aspecto graciosamente rural, onde a herança agrícola e pecuária é ainda de grande importância, marcando o estilo de vida das populações.
Pela região são visíveis várias casas senhoriais e apalaçadas que demonstram a riqueza auferida pela fertilidade destes férteis terrenos, como o Palácio e Quinta do Esporão ou o Solar Manuel Rosado.
Midões orgulha-se da sua Igreja Matriz datada de 1822 em homenagem a Nossa Senhora das Neves, da Capela de Nossa Senhora das Dores do século XVIII, do frondoso Pelourinho em estilo Manuelino, e de muitos outros legados arquitectónicos, sociais e etnográficos presente pela fascinante região.

Mirante Emydio da Silva

CulturaEm termos paisagísticos, Penacova está inserida numa área de rara beleza, com montanhas de média altitude, grande biodiversidade, vales correspondentes aos rios Mondego e Alva, proporcionando um panorama deslumbrante ao longo do Vale do Mondego, desde o Porto da Raiva até à Foz do Caneiro.
Junto ao antigo Hospital, hoje Hotel, ergue-se o Mirante Emydgio da Silva ou Emídio da Silva, construído no início do séc. XX, por iniciativa do político do mesmo nome. O projecto, da autoria do italiano Nicolau Bigaglia, utilizou, na sua construção, colunas de pedra trazidas do Mosteiro de Lorvão. Inaugurado a 31 de Maio de 1908, permite desfrutar uma paisagem magnífica sobre o Mondego.

Castelo de Penela

CulturaA sua construção data do séc. XI, apesar do que hoje se pode ver do Castelo remontar somente aos Séculos XIV e XV. No seu interior tem a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens se prendem ao séc. XII.
Além da Porta da Vila, tem uma outra porta, a que chamam, a da Traição ou dos Campos, que apresenta uma abertura dupla em cotovelo, integrada numa torre, o que denota a influência da tradição muçulmana na fortificação portuguesa dos fins da Idade Média

Cascata da pedra da Ferida - Espinhal

CulturaSituada na povoação do Espinhal, o leito da ribeira da Azenha proporciona algumas quedas de água, sendo a Pedra da Ferida, a maior, nome pela qual ficou conhecida. Tem cerca de 25 metros. O percurso ao longo da ribeira é muito agradável e em alguns sítios, onde pode mesmo tomar-se banho.

Capela de Nossa Senhora da Boa Morte - Miranda do Corvo

CulturaEncontra-se isolada num adro na vila. Anteriormente terá lá existido a capela de S. Cristóvão, de que subsiste documentação provando a sua existência em 1576. Houve igualmente, à sua frente, um adro com um cruzeiro com o nome do mesmo santo. Lá se enterravam os que, sendo de fora da freguesia, nela pereciam, o que levou a que chamassem àquele adro “pátria dos peregrinos”. As paredes laterais do corpo acusam, pela cornija, que foram reaproveitadas de uma obra do séc. XVII. Foi nesta capela que se instituiu, em 1732, a Irmandade de Nª. Sª. da Boa Morte.
A fachada é bem proporcionada, existindo pilastras nos cunhais, cimalha de cantaria que segue traçado mistilínio, porta e óculo quadrilobado, com molduras e formando uma só composição; duas janelas do coro, de aro moldurado, e abaixo, ao lado da porta, dois rótulos concheados. No interior existem três retábulos de gosto setecentista final.

Calvário - Miranda do Corvo

CulturaCalvário, local que, por impulso do pároco Fernando dos Santos Coimbra, foi aproveitado para a construção de um local aprazível e acolhedor, coroado por uma escultura do Cristo-Rei.

Estátua da Liberdade - Miranda do Corvo

CulturaEstátua da liberdade, o monumento de homenagem ao oleiro, o monumento ao trabalho, a estátua de homenagem à mulher e o monumento de homenagem aos ferroviários