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Distrito de Castelo Branco

Monumentos e locais a visitar

 

Belmonte

Castelo de Belmonte

Construção militar dos séc. XII/XIII. Em 1466 foi doado a Fernão Cabral, a título hereditário, por D. Afonso V. Passou de castelo fortificado a residência senhorial. Foi residência da família Cabral até finais do século XVII, tendo sido abandonado devido a um violento incêndio. Sofreu várias remodelações. Hoje possui um anfiteatro ao ar livre

Pelourinho

Simbolo medieval de poder municipal, era junto dele que era aplicada a justiça e anunciadas publicamente as posturas municipais e as directrizes de poder central. Representa uma prensa de azeite. Destruído no século XIX, foi reconstruído nos anos 80..

Igreja Matriz

Construção recente dos anos 40, alberga a imagem quatrocentista de Nossa Senhora da Esperança, que segundo a tradição acompanhou Pedro Álvares Cabral na viagem da descoberta do Brasil.

Igreja de Santiago

Templo românico do século XIII, foi sofrendo alterações. No século XIV é construída a Capela de Nossa Senhora da Piedade, formando um interessante conjunto gótico. Em finais do século XV é-lhe anexado o Panteão dos Cabrais, restaurado no século XVII, onde hoje estão depositadas as cinzas de Pedro Álvares Cabral. No século XVIII, a sua fachada é remodelada e a torre sineira erigida.

Torre de Centum Celas-Colmeal da Torre

Trata-se de um singular e curioso monumento lítico actualmente em ruínas que, ao longo dos séculos, vem despertado as atenções de curiosos e estudiosos, suscitando as mais diversas lendas e teorias em torno de si. Uma das tradições, por exemplo, refere que a edificação teria sido uma prisão com uma centena de celas (donde o nome), onde teria estado cativo São Cornélio (donde o nome alternativo). Sobre a sua primitiva função, acreditava-se que pudesse ter sido um prætorium (acampamento romano). Entretanto, campanhas de prospecção arqueológica na sua zona envolvente, empreendidas na década de 1960 e na década de 1990, indicam tratar-se, mais apropriadamente, de uma uilla, sendo a torre representativa da sua pars urbana, estando ainda grande parte da pars rústica por escavar.

Castelo Branco

Paço e jardim Episcopal

Foi mandado construir pelo Bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha, entre 1596 e 1598, como no-lo atesta uma inscrição que "encima" o portal da entrada no pátio. Não se conhecem outras notícias concretas de obras que o mesmo edifício sofreu, à excepção de uma profunda intervenção, já no século XVIII, levada a cabo pelo Bispo da Guarda D. João de Mendonça. A partir de 1771, depois de Castelo Branco ter sido erigida em sede de Bispado, o mesmo edifício foi adoptado como paço de residência dos Bispos de Castelo Branco (como o tinha sido para os da Guarda). Durante o reinado eclesiástico de D. Vicente Ferrer da Rocha (1782-1814), procedeu-se a grandes transformações, nomeadamente no interior e na reconstrução do peristilo que se situa na banda norte. A partir de 1831, após a Diocese Albicastrense ter ficado "sede vacante", instalaram-se no edifício vários serviços públicos que muito contribuíram para a danificação do imóvel. No século XX, de 1911, até 1946, serviu de Liceu Central (que ainda tomaria o nome de Nun'Álvares, por proposta do Dr. Augusto Sousa Tavares); também aí funcionou a Escola Normal e a Escola Comercial; abriu as portas como Museu F. Tavares Proença Júnior em 1971 e assim se mantém. O edifício do Paço Episcopal é de ponta rectangular, formado por dois corpos alinhados em ângulo recto, com ressalto no ângulo norte, formado pelo peristilo. A fachada principal é virada a norte, ínsitas nela vêem-se dez janelas de sacada de lintel recto rematadas por frontão curvilíneo, oito janelas de frontão recto e moldura simples. O acesso ao peristilo é feito por uma escadaria, de dois lanços, de 22 degraus de cantaria. O alpendre é sustentado por sete colunas jónicas unidas pelas pela balaustrada. O telhado é de cinco águas.

O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco revela-se como um dos mais originais exemplares do barroco em Portugal. Em especial noque respeita à estatuária: aos aspectos simbólicos e à disposição dos seus elementos em percursos temáticos. Foio Bispo da Guarda, D. João de Mendonça (1711-1736) que encomendou e provavelmente orientou as obras do Jardim. Mais tarde, já no fim do séc. XVIII, o segundo bispo da Diocese de Castelo Branco, D. Vicente Ferrer da Rocha fez obras de algum relevo no mesmo. Em 1911, o Jardim passa para as mãos da Câmara Municipal por arrendamento e em 1919 adquiri-o a título definitivo. Este formoso jardim barroco, em forma rectangular, é dominado por balcões e varandas com guardas de ferro e balaústres de cantaria. Dispõe de cinco lagos, com bordos trabalhados, nos quais estão montados jogos de água. No patamar intermédio da Escadaria dos Reis acham-se repuxos e jogos de água surpreendentes. Por entre canteiros de buxo de fino recorte, erguem-se simbólicas estátuas de granito, em que se destacam os Novíssimos do Homem, Quatro Virtudes Cardeais, as Três Virtudes Teologais, os Signos do Zodíaco, as Partes do Mundo, as Quatro Estações do Ano, o Fogo e a Caça. Dispostos à maneira de escadório, acham-se representados os Apóstolos e os Reis de Portugal até D. José I. No patim superior, encontram-se estátuas alusivas ao Antigo Testamento e à simbologia da água como elemento purificador. O Jardim Alagado, tanque floreado de curvas bem delineadas e canteiros de flores, tem ao centro um repuxo de cantaria por três golfinhos entrelaçados e encimados por uma coroa. A estranheza da iconografia do conjunto escultórico resulta do facto de haver uma aliança singular entre o universo religioso e universo panteísta. Este jardim sofreu uma profunda e complexa intervenção de restauro e conservação, no âmbito do Programa Polis, a nível de tratamento de vegetação, reintrodução de espécies vegetais, recuperação dos sistemas de águas, iluminação e drenagem. Esta intervenção incide também na limpeza da cantaria e recolocação de estátuas nos locais originais, recuperação dos muros e do tanque principal, sob a cascata de Moisés. Durante este trabalhos, foi descoberto o sistema hidráulico perfeitamente intacto, construído em 1725, procedendo-se à sua conservação e restauro.

Chafariz de S. Marcos

Situado no largo do mesmo nome, de construção do séc. XVI, nele sobressaem as armas de D. Manuel I, com a Cruz de Cristo e a Esfera Armilar

Igreja de S. Miguel (Sé)

A igreja de S. Miguel, remonta provavelmente ao séc. XIII ou séc. XIV, que estava muito arruinada no último quartel do séc. XVII. Devido à escassez de meios para fazer um obra monumental, foi D. Martim Afonso de Melo, Bispo da Guarda, que a reedificou no último quartel do século XVII, pagando a maior parte das despesas na sua reconstrução, a fachada é quase desprovida de ornamentos. Tem apenas uma nave que é separada da capela-mor por um belo arco renascentista, no fecho do qual está o brasão de armas do dito Bispo, como testemunham os dizeres de uma lápide que se encontra no interior da Sé numa das paredes laterais. Ao segundo bispo da diocese de Castelo branco, Frei Vicente Ferrer da Rocha (1782-1814), se deve a construção (em estilo barroco), dos dois corpos laterais, com os quais foi aumentado o templo: a Sacristia Grande e a Capela do Santíssimo Sacramento.

Lagaretas Medievais (produção de vinho)

Nas imediações da Capela de S. Lourenço, no Palvarinho, pertencente à freguesia de Salgueiro do Campo, a cerca de 12 quilómetros da cidade de Castelo Branco, foram identificadas pela arqueóloga da Câmara Municipal de Castelo Branco, Sílvia Moreira, cerca de 20 lagaretas, ou seja, monumentos arqueológicos, escavados na rocha, utilizados no fabrico do vinho, a que a tradição popular chama pias ou lagariças dos mouros. As lagaretas encontram-se espalhadas por todo o país, particularmente em Trás-os-Montes, Beiras e nalgumas zonas de Espanha. Não se sabe se essa incidência corresponde a uma maior intensidade de cultivo da vinha ou apenas, a uma maior abundância do granito, uma rocha muito mais resistente à erosão do que as rochas dominantes no sul do país, como o calcário e o xisto. Segundo o historiador António Roxo, no séc. XIX, a freguesia de Salgueiro do Campo possuía cerca de 203 hectares de vinhedos, seguindo-se a freguesia de Castelo Branco com 162 hectares e Tinalhas com 120 hectares, o que demonstra que a região de Palvarinho terá tido grande importância na produção vinícola. As lagaretas podem apresentar várias dimensões, sugerindo uma certa evolução tecnológica ao longo dos séculos. A sua tipologia assenta em três partes essenciais: o piso, o pio e o prato. O piso é uma cavidade de forma trapezoidal, em regra com 2 ou 3 metros de comprimento, 40 a 50 cm de largura e 30 cm de profundidade, com uma ligeira inclinação no sentido do pio, com o qual comunica através de um orifício com cerca de 5 cm de diâmetro ou por um sulco com as mesmas dimensões. O pio é, em regra, mais pequeno e profundo e de forma poligonal ou circular. Disposto ao lado do piso encontra-se o prato, de superfície plana, de forma circular, com cerca de 1 metro de diâmetro que comunica com o pio através de vários sulcos abertos na rocha. O modo de funcionamento das lagaretas não deixa quaisquer dúvidas. No piso seriam deitadas e de seguida esmagadas as uvas com os pés. Devido à sua inclinação o mosto escorria facilmente para o pio onde era recolhido em cântaros de barro, sendo depois transportados para vasilhas maiores, onde ocorreria a fermentação. O prato serviria de base a um sistema de prensagem rudimentar, onde seriam prensados os bagaços provenientes do piso. Quanto à cronologia das lagaretas do Palvarinho remontam ao século XI/XII uma vez que apresentam características tipológicas mais sofisticadas como cavidades para fixação de estruturas de madeira e vários pratos. Outro dos elementos que nos conduzem a esta conclusão é a data de 1182 referente à Capela de S. Lourenço. Deste modo, a origem destas lagaretas coincide com a fundação da Capela de S. Lourenço, evidenciando um forte complemento cultural, social e religioso através do seu uso comunitário.

Castelo de Castelo Branco

Provavelmente este colina granítica a uma altitude de cerca de 470 metros terá sido ocupada durante a Pré e a Proto-história. Porém o castelo só foi construído pelos Templários entre 1214 e 1230, com alterações no reinado de D. Dinis. Actualmente, restam um troço de muralha e a torre de menagem do antigo palácio dos comendadores. Dentro do perímetro das muralhas existe a igreja de Santa Maria do Castelo, primeira matriz da zona. Do alto a vista é soberba, abarcando-se toda cidade, a campina envolvente e, ao longe, para norte, as serras da Estrela e da Gardunha

Fundão

Igreja Matriz do Fundão

Construída no século XVIII sobre um antigo templo romano, esta igreja é de influência maneirista e barroca. Possui duas torres sineiras adossadas à fachada principal e no seu interior merece destaque o altar-mor em talha dourada e a pia baptismal.

Castelo da Aldeia de Castelo Novo

O castelo de Castelo Novo, terá pertencido à Ordem do Templo, que também e considerada como responsável pela sua construção, ainda no século XII, no reinado de D. Sancho I. D. Dinis, no final do século XIV, mandou reforçar as suas defesas e também no reinado de D. Manuel I, por volta de 1510, o castelo beneficiou de obras, mas no século XVII, deixou de ser utilizado. Com o terramoto de 1755, o castelo que já não estaria em muito bom estado, ficou bastante danificado, mas só já durante o século XX, a Direcção Geral dos Edifícios Monumentos Nacionais, fez obras de consolidação e restauro.

Serra da Gardunha

A Serra da Gardunha é um braço da Serra da Estrela com cerca de 20 Km de comprimento e 1224 metros de altura, dominado pelo granito. Situa-se na Beira Baixa, no maciço de Entre Douro e Tejo e entre os rios Pônsul e Zêzere. Nela nasce o rio Ocresa, um dos afluentes do Tejo. Outrora as suas encostas eram povoadas por densas matas de castanheiros, mandadas plantar por El Rei D. Dinis. Além das matas de castanheiros existiam também matas de carvalhos e pinheiros. As sombras e a água abundante são elementos que não faltam nesta magnífica serra. Desde há uns anos atrás, os incêndios têm devorado e destruído as matas existentes na serra. Actualmente a serra é um manto verde, mas sem grandes matas, apenas uma aqui e outra ali, com alguns pinheiros e carvalhos. Esta zona é a capital da produção de cereja em Portugal, com destaque para as freguesias de Alcongosta e Souto da Casa.

Chafariz da Bica-Castelo Novo

Repare que, um pouco por toda a parte, se encontram vários exemplos de construção tipicamente beirã, em granito e que são, de certa forma, uma imagem de marca da aldeia histórica de Castelo Novo.

Idanha -a-Nova

Santuário de Nossa Senhora de Almortão

A Ermida de Nossa Senhora do Almortão situa-se nos campos de Idanha-a-Nova, tem um estilo simples e harmonioso. Em 1229 D. Sancho II, no foral dado a Idanha-a-Velha mencionava a Santcam Mariam Almortam, quando demarcava os limites da Egitania. A capela-mór e o altar são revestidos de azulejos do sec. XVIII. O alpendre é formado por três arcos de granito. Esta capela foi construída porque, como diz a lenda, um dia de madrugada uns pastores atravessavam o campo pelo sítio "Agua Murta" e notaram que havia algo de estranho por traz das murteiras grandes. Aproximaram-se e viram uma linda imagem da Virgem. Ficaram parados de joelhos a rezar, mas depois resolveram levar a imagem para a Igreja de Monsanto. Mas ela desapareceu e foi encontrada outra vez no mesmo lugar da aparição no murtão. Respeitando a vontade da Senhora, os habitantes da vila construíram a capela.

Igreja Matriz de Aldeia de Santa Margarida

De acordo com uma inscrição cravada numa pedra por cima da porta da entrada principal, é datada de 1708 e foi recentemente restaurada. No campanário da mesma, na fachada que se encontra virada para a estrada, pode-se ver uma pedra que se pensa ser de origem romana.[5] Devido à acção da hera, que durante muitos anos cobriu esta pedra, as inscrições estão, nos dias de hoje, praticamente ilegíveis. Na outra parede está ainda instalada uma das várias fontes distribuídas por diversas ruas da freguesia. Em 2008 celebraram-se os trezentos anos da construção da igreja e, para o efeito, foram efectuadas várias cerimónias. Na última delas foi colocada uma lápide evocativa do Jubileu do 3.º centenário da edificação daquele espaço de culto

Castelo de Monsanto

No topo granítico do monte de Monsanto, à margem direita do rio Pônsul este castelo raiano medieval domina a Aldeia Histórica, conjunto arquitectónico no qual se destacam algumas casas senhoriais brasonadas e templos, como as ruínas da Capela de São Miguel em estilo românico

Castelo de Penamacor

Castelo templário, na linde beirã, ergue-se num cabeço rochoso entre a ribeira de Ceife e a ribeira das Taliscas, afluentes do rio Ponsul, que, por sua vez, deságua no rio Tejo.

Oleiros

Igreja Matriz

Igreja quinhentista mandada edificar pelo monarca D. Manuel I. Templo de três naves onde se destacam, no interior, os altares de talha dourada e os azulejos da Escola de Lisboa. Existem também alguns vestígios de azulejaria hispano mourisca do século XVI. A torre sineira foi construída mais tarde, no século XVII. Algum do deu espólio foi roubado aquando das Invasões Francesas

Penacova

Mosteiro de Lorvão

Segundo cronistas monásticos, o Mosteiro surgiu no século VI, tendo sido seu fundador o abade Lucêncio, que se sabe ter assistido ao Concílio de Braga de 561. Os primeiros documentos escritos, só aparecem depois da Reconquista de Coimbra, de 878, testemunhando a existência de uma comunidade que desempenhou um importante papel no fomento agrário e repovoamento da região. Os monges de Cluny que o vieram fundar dedicaram-no aos mártires S. Mamede e S. Pelágio.

Museu do Mosteiro de Lorvão

A criação de um Museu de Arte em Lorvão foi anunciada em 1921, sendo a iniciativa da responsabilidade da Junta da Paróquia local. O Museu exibe peças, do espólio do Mosteiro, de temática histórico-artística, paramentários e outros objectos litúrgicos, telas e peças de escultura, acervo do antigo cenóbio. Para além das pinturas, cerâmicas, mobiliário e tapeçaria dos sécs. XVII e XVIII, destacam-se as esculturas de São Bento e São Bernardo, de cerca de 1510 e um Cristo Crucificado do séc. XV. Entre os paramentos, salienta-se o véu da píxide, bordado a ouro e aljôfar, o único no mundo a ser usado por uma mulher, abadessa do Mosteiro, depois de especial autorização Papal. Das peças de ourivesaria destacam-se uma Virgem com o Menino, do início do séc. XVII, e a custódia, datada de 1760, primorosa obra da ourivesaria de Lisboa.

Igreja Matriz de S. Pedro de Alva

O actual edifício da igreja pertence a duas épocas: a capela-mor ao segundo quartel do século XVI e o corpo da igreja à segunda metade do século XVIII, por ter desabado o da época quinhentista, com o terramoto de 1755. A capela-mor, construída numa fase de transição estilística, forma com agrupamento de elementos manuelinos e da renascença temporã. O alto arco cruzeiro é de pilastras do renascimento; a bem rasgada fresta (entaipada na base), posta à epístola, de remate curto, é do tipo corrente na transição.

Sertã

Castelo

Segundo a lenda, o castelo da Sertã teria sido fundado por Sertório, capitão romano, em 74 a.C.. As escavações arqueológicas efectuadas no local datam a sua ocupação inicial do período islâmico (séculos X/XI). No seu recinto, ergue-se a capela de S. João Baptista, primeira Igreja Matriz da vila, datada do século XVII, construída sobre a primitiva igreja medieval. Reza a lenda que o castelo da Sertã foi atacado por soldados romanos. Neste ataque ficou ferido de morte o capitão do castelo. Celinda, sua esposa, que estava frigindo ovos numa sertã, ao saber do sucedido, insurgiu-se sobre os atacantes, matando alguns e cegando outros com o azeite a ferver, salvando, deste modo, o castelo. Esta lenda estará na origem do concelho

Capela de Nª Srª da Confiança

A actual capela foi mandada erigir pela família Conceição e Silva no ano de 1902 e fica situada no monte sobranceiro à vila de Pedrógão Pequeno.

Barragem do Cabril

A barragem do Cabril situada no rio Zêzere, que nasce na Serra da Estrela ao pé de Cântaro Magro, entre Manteigas e a Covilhã a cerca de 1900 m de altitude, é uma das maiores barragens portuguesas e origina uma da maiores reservas de água doce do país.

Moinho das Freiras-Pedrógão Pequeno

Moinho das Freiras é uma zona de lazer de rara beleza junto ao rio Zêzere, composta por duas zonas de descanso e lazer distintas. Junto à água temos uma zona com bancos de madeira onde podemos passar bons momentos de conversa ou leitura sem qualquer poluição sonora

Vila de Rei

Castro de São Miguel

A designação possui inúmeras nuances, sendo este local conhecido tanto por Castro de São Miguel, como por Castelo, Monte de São Miguel, Serra da Ladeira, Pico de São Miguel, Campo de São Miguel, Serra de São Miguel, Serra do Pico ou Castelo Velho de São Miguel. Tal como o nome por que é apelidado, também a sua situação de pertença não está ainda esclarecida: uns consideram-no parte integrante do Concelho de Mação, outros insistem que o sítio foi roubado ao Concelho de Vila de Rei, no momento em que descobriram o local e certos marcos foram arrancados. Trata-se assim de um conjunto de realidades bastante dicotómicas. A mais emblemática é a de um enorme recinto no topo do cabeço, com uma muralha de 1,5 m de espessura a cercá-lo. A maioria das habitações encontram-se na encosta sul, o lado norte abrupto serviria como defesa natural. Os compartimentos são na sua totalidade de planta rectangular, tendo sido identificados cerca de 50 compartimentos. Dentro de um compartimento foi registada a existência de um forno onde se encontraram alisadores de pedra e fragmentos de ferro muito oxidados. O Dr. João Calado Rodrigues foi o primeiro a escavar o local, e considerou o Castro como sendo da II Idade do Ferro, com grandes afinidades com os da zona da Figueira da Foz. Segundo este autor, o castro foi romanizado e ocupado pelo menos até ao século VII d.C., pois “foi ali achado um fragmento de fivela de cinturão visigótico”.

Barragem do Souto do Penedo

A Barragem do Souto do Penedo encontra-se junto do topónimo Penedo, esta designação aponta-nos logo para uma realidade rochosa, que se trata na verdade de um afloramento rochoso que foi aproveitado em Época Romana, para a construção de uma Barragem. Esta teria com certeza uma ligação irrefutável à exploração mineira das Conheiras, que necessitavam de grandes quantidades de água para a lavagem do minério. A Barragem localizar-se-ia assim num local com uma cota altimétrica de cerca de 400 m, sendo que até à zona do Milreu e Lousa possuiria ligeiros declives que terminariam na Ribeira de Codes. Nessas zonas a água circularia com certeza através do método dos “vasos comunicantes” empregue pelos romanos.

Cascata do Penedo Furado

Esta cascata é de origem fluvial, e trata-se de uma área plana de rio dotada de praia fluvial que termina de forma mais ou menos abrupta nesta cascata. As suas águas terminam novamente num trecho calmo do rio que dá origem a uma piscina natural envolta em exuberante vegetação.

Vila Velha de Ródão

Portas de Ródão

«As “Portas do Ródão” constituem o "ex-libris" natural de Vila Velha de Ródão, onde o Tejo, o mais importante rio da Península Ibérica, corre entrincheirado, submisso, entre gigantes quartzíticos pré-históricos. Em via de Classificação a Monumento Natural, pelos seus valores geológicos (garganta epigénica do Ródão), paisagísticos (Serra das Talhadas, sítio Natura 2000), arqueológicos (Conhal do Arneiro e Foz do Enxarrique, em vias de classificação como Imóvel de Interesse Público), históricos (conjunto do Castelo do Ródão, classificado como Imóvel de Interesse Público) e biológicos (flora autóctone - zimbro e avifauna). As Portas de Ródão, que servem de "habitat" para a maior colónia de grifos do país, são um local privilegiado para a investigação de fauna e avifauna, onde podem ser observadas 116 espécies de aves.

Castelo de Ródão / Castelo do Rei Vamba

Torre - atalaia quadrangular de arquitectura medieval. A sua construção é da época dos Templários. O primitivo castelo foi madado edificar pelo monarca visigodo Vamba no século VII. Em 1999 a Câmara Municipal de Castelo Branco, o IPPAR e o IPA apostam na recupreação do castelo e zona envolvente. No ano de 2004 foi consolidado o projecto para a reabilitação da torre e muralhas pela DREMC. Classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 45/93, DR 280 de 30 de Novembro 1993.