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Distrito de Braga

Monumentos e locais a visitar

 

AMARES

Termas de Caldelas

O complexo termal é constituído pelas bicas de água, balneário e centro de medicina física e reabilitação, tendo como principais vocações, para alem do bem estar e combate ao stress, o tratamento de perturbações do aparelho digestivo, pele e reumatismo

Mosteiro de Redufe

Mosteiro de Santo André de Rendufe é um mosteiro situado na freguesia de Rendufe, concelho de Amares, distrito de Braga, Portugal. A data certa da construção deste mosteiro beneditino é desconhecida, mas sabe-se que a sua primitiva igreja estava já totalmente edificada em 1151.A igreja, de fachada simétrica, com duas torres sineiras, é uma reconstrução do século XVIII. No interior, deparamo-nos com um dos mais notáveis conjuntos de talha dourada do estilo rococó. No centro do recinto existe uma fonte decorativa em pedra lavrada. Depois de 1834 a igreja passou a paroquial, e a cerca e demais instalações foram vendidas e posteriormente perdidas num incêndio que consumiu grande parte do antigo Mosteiro.

BARCELOS

Igreja de Santa Maria de Abade de Neiva

Fica localizada na freguesia de Abade de Neiva. Em tempos antigos a designação da paróquia era simplesmente Abade ou, melhor, Santa Maria do Abade, uma das paróquias da "terra" ou julgado medieval de Neiva. As Inquisições de 1220 lhe chamam em latinismo Abbade.A primeira construção no local ocorreu em 1152 por iniciativa de D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques, mas não chegou a concluir em virtude de seu falecimento. Em 1220 a igreja já era do padroado real. Em 1301 foi doada por D. Dinis a Mestre Martinho, físico do Rei e Cónego da Sé de Braga. Em 1310 o Arcebispo D. Martinho de Oliveira, a pedido de Mestre Martinho, institui nesta igreja uma Colegiada, composta de Reitor e três Capelães.

Castelo de Faria

Localizado na freguesia de Pereira. Um dos mais importantes castelos do Entre Douro e Minho, foi erguido, isolado, no alto de uma elevação na vertente norte do monte da Franqueira, dominando o caminho que ligava Barcelos ao porto de Viana.

Igreja Matriz de Barcelos ou Igreja Matriz de Santa Maria de Barcelos

Também conhecida por Colegiada, é uma igreja dedicada a Santa Maria Maior. Esta igreja está localizada se no centro histórico de Barcelos, junto às ruínas do Paço dos Condes de Barcelos, muito perto da margem Norte do rio Cávado. Actualmente também colocado perto da sua fachada principal, existe o Pelourinho de Barcelos

Mosteiro de São Martinho de Manhente

Na actual freguesia de Manhente.Foi um convento de modestas proporções, cuja data de fundação poderá remontar até à primeira metade do século X[1] e do qual resta apenas, hoje em dia, a chamada Torre de Manhente e a Igreja Matriz de Manhente, que foram classificadas como Monumento Nacional pelo Decreto 2166 de 24 de Dezembro de 1915. O templo tem feições românicas (e mesmo elementos pré-românicos). Um letreiro comemorativo de 1117 refere que o mestre de obras teria sido "Gundisalvus magister" (Mestre Gonçalo). Do ponto de vista artístico destaca-se o portal constituído por três arcos de volta perfeita decorados com formas geométricas. A torre tem planta quadrangular, e terá servido de atalaia defensiva. Este mosteiro foi fundado por D. Pedro Afonso Dorraes e sua esposa D. Gotinha Oeris, tendo passado depois à sua filha D. Teresa Pires casada que foi com D. Ramiro Aires, Nobre e Rico-homem do Condado Portucalense e um dos primeiros a usar o nome de familia Carpinteiros.

Igreja de Vilar de Frades, também designada como Igreja do Mosteiro dos Lóios ou Igreja de São Salvador de Vilar de Frades

Em Areias de Vilar, é monumento nacional português desde 1910. Faz parte do complexo do convento da Congregação dos Cónegos Seculares de S. João Evangelista que aí estabeleceu a sua primeira casa-mãe, tendo sido, antes, um mosteiro beneditino. Está situada no sopé do monte Airó, junto à margem esquerda do rio Cávado. A sua arquitectura é notável, especialmente pelo abodadamento da igreja, principalmente na capela-mor e transepto, bem como pelo portal manuelino da fachada principal, ao lado do qual se encontra, na torre sul, um portal e uma janela de características românicas, construídos, contudo, já no século XIX com vestígios do mosteiro original.

Igreja do Bom Jesus da Cruz

Fica localizada na cidade de Barcelos.A sua origem está ligada ao aparecimento miraculoso de uma Cruz de terra negra no chão barrento do Campo da Feira, em 1504. Neste local construiu-se em 1505 uma capela, com uma imagem do Senhor da Cruz, que um comerciante trouxe da Flandres. A construção do templo actual iniciou-se em 1698 e abriu ao culto em 1710 com projecto da autoria do arquitecto lisboeta João Antunes (1643-1712). É um edifício barroco, de cúpula e planta centrada com o espaço interior disposto em cruz latina com paredes revestidas com painéis de azulejos azuis e brancos, com cenas da Via Sacra e motivos vegetais (da autoria de João Neto, de Lisboa), e talha dourada (essencialmente da autoria do escultor e entalhador barcelense Miguel Coelho). A imagem do Senhor Bom Jesus da Cruz é uma escultura quase em tamanho natural, em madeira de carvalho, uma extraordinária obra de arte flamenga, do início do séc. XVI. Só o rosto e as mãos estão pintadas.

BRAGA

Santuário do Bom Jesus do Monte ou Santuário do Bom Jesus de Braga

É um local religioso e turístico localizado em Tenões, uma freguesia dos arredores de Braga, Portugal. O Bom Jesus possui uma grande igreja, um escadório por onde passa a Via Sacra do Bom Jesus, uma mata (Parque do Bom Jesus), alguns hotéis e um elevador hidráulico centenário. O santuário do Bom Jesus serviu de inspiração a numerosas construções pelo mundo fora como o Bom Jesus de Congonhas em Congonhas, Brasil, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios em Lamego etc.

Escadórios do Bom Jesus

Os Escadórios do Bom Jesus ligam a parte alta da cidade de Braga ao Santuário do Bom Jesus do Monte. Seguem um percurso paralelo ao Elevador do Bom Jesus. Ao longo do escadório estão capelas que representam a Via Sacra do Bom Jesus. Vencem um desnível de 116 metros e estão divididos em três partes: Escadório do Pórtico, Escadório dos Cinco Sentidos e Escadório das Três Virtudes

Basílica dos Congregados

Situado na freguesia de São José de São Lázaro, está incluída no antigo Convento dos Congregados. A Basílica é da autoria do arquitecto André Soares, construída no século XVI, embora só terminada no século XX. O inicio da construção foi em 1703, sendo benzida em 27 de Outubro de 1717, embora faltando construir as torres e colocar estátuas nos nichos respectivos da fachada. Estes trabalhos seriam levados a cabo já no século XX. As estátuas da fachada - São Filipe de Nery e São Martinho de Dume - foram içadas para os seus locais em 16 de Fevereiro de 1964, e são devidas ao escultor Manuel da Silva Nogueira.

Santuário do Sameiro

É um santuário localizado em Braga, cuja construção se iniciou a 14 de Julho de 1863. O fundador deste santuário foi o vigário de Braga, Pe. Martinho Silva, natural de Semelhe, que em 1871 fez colocar, no cume da montanha, uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. O santuário é o centro de maior devoção mariana em Portugal, depois de Fátima[carece de fontes?]. O Templo, concluído no século XX, destaca-se no seu interior o altar-mor em granito branco polido, bem como o sacrário de prata. Em frente do Templo ergue-se um imponente e vasto escadório, no topo do qual se levantam dois altos pilares, encimados da Virgem e do Coração de Jesus.

Igreja de Santa Cruz

É uma igreja de Braga, construída no século XVII. Construída no séc. XVII em estilo barroco maneirista, possui no seu interior talha dourada invulgar. A nave, muito alta, é formada por uma abóbada de pedra esquartelada. O interior da igreja foi do traço de Frei José de Santo António Vilaça. É de notar a talha dourada do órgão e dos púlpitos

Castelo de Braga

Cidade com mais de dois mil anos de história, importante centro administrativo civil e religioso, as suas defesas atravessaram diversas fases construtivas.

Castelo da D. Chica, também conhecido como Castelo de Palmeira, Casa da Chica ou Palácio de D. Chica

Localizado na freguesia de Palmeira, trata-se de um edifício apalaçado, de características ecléticas sobre um estilo romântico, projetado pelo Arquitecto suíço Ernesto Korrodi.

Palácio do Raio, ou Casa do Mexicano

Construído em 1754-55, por encomenda de João Duarte de Faria, poderoso comerciante de Braga, e projecto do arquitecto André Soares, é um dos mais notáveis edifícios de arquitectura civil da cidade de Braga, em estilo barroco joanino. O palácio foi vendido em 1853, por José Maria Duarte Peixoto, a Miguel José Raio, visconde de São Lázaro, ficando conhecido como Palácio do Raio. Miguel José Raio era um capitalista brasileiro, nascido em Braga, na rua da Cruz de Pedra, em 10 de Maio de 1814 e falecido em 14 de Agosto de 1875. O novo proprietário, em 1863, abriu a rua em frente do palácio, para permitir uma melhor visão da sua casa e poder construir duas habitações para as suas filhas. Em 1882 os herdeiros de Miguel José Raio venderam o palácio ao Banco do Minho que, por sua vez, a revendeu, no ano a seguir, à Santa Casa da Misericórdia que nela instalou alguns serviços do Hospital de S. Marcos

Estádio Municipal de Braga, conhecido por "A Pedreira"

Afirma-se como uma mais-valia para o concelho, valorizando a cidade e a região. Projectado pelo Arquitecto português Eduardo Souto Moura e pelo Engenheiro português Rui Furtado (da empresa Afaconsult), é uma obra de particular beleza, enquanto peça de arquitectura e de invulgar engenharia «uma grande obra de arte», que vem dar corpo ao Parque Urbano implantado na encosta do Monte Castro, na periferia da área urbana de Braga virado para o vale do Rio Cávado.

Mamoa de Lamas

O monumento foi edificado no período Neolítico (aproximadamente 3000 a.C.), possuindo dimensões médias a mamoa cobria um dólmen do qual restam apenas três lages conservadas "in situ", encontrando-se as restantes nos arredores da mamoa. A sua descoberta revelou ainda várias informações sobre o passado da região. A Mamoa de Lamas está inserida no Núcleo Museológico de Lamas.

Sé de Braga

Localizada na freguesia da Sé, na cidade de Braga. Sede do Bispado fundado por São Tiago Maior (segundo a tradição), que aqui deixou como primeiro bispo o seu discípulo São Pedro de Rates. Assenta sobre as bases de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis (como atesta uma pedra votiva na parede leste), e muros de uma posterior basílica paleocristã (com cinco naves), das quais só restam três, após a Reconquista. Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico português, a sua história melhor documentada, remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, correspondendo à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios. Nesta catedral encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher, Teresa de Leão, os condes do Condado Portucalense, pais do rei D. Afonso Henriques.

Igreja da Misericórdia de Braga

É um dos únicos monumentos renascentistas da cidade de Braga e está incluída em todo o conjunto de construções da Sé Catedral de Braga. A sua primitiva construção é de 1560 a 1562, no tempo do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1559-1558). Foi objecto de várias remodelações, ficando com o aspecto actual em 1891. O altar em talha é da autoria de Marceliano de Araújo

Arco da Porta Nova

É a porta de entrada na cidade de Braga. Esta "nova" porta da cidade foi aberta em 1512, no tempo de Arcebispo D. Diogo de Sousa. A actual construção data de 1772, foi projectada por André Soares e mandada edificar pelo arcebispo D. Gaspar de Bragança. A construção desta porta marca o momento em que a cidade saiu das suas muralhas e começou a crescer para o seu exterior.

Paço Episcopal Bracarense ou Paço Arquiepiscopal

Situado no centro histórico de Braga, foi o palácio dos Arcebispos de Braga. A construção de novos edifícios ao longo dos séculos resultou num extraordinário conjunto urbano multi-arquitectónico. Tal como no passado fora a casa da maior entidade sócio-cultural da região (Igreja Católica), hoje também o continua a ser como reitoria da Universidade do Minho.

Palácio dos Biscainhos

Construído no século XVI e modificado ao longo dos séculos, este palácio aristocrático exibe terraços com jardins ornamentados e grandes salões com tectos luxuosos. Abriga o Museu Etnográfico e Artístico, com peças de mobiliário português e estrangeiro. O pavimento estriado do rés-do-chão, particularmente invulgar, permitia que as carruagens entrassem no edifício a fim de desembarcarem os passageiros e seguirem para as cavalariças. Em 10 de Julho de 1963, faleceu o seu último proprietário da família dos condes de Bertiandos, o 3º visconde de Paço de Nespereira, que tudo doou à cidade nas vésperas da morte.

Casa Grande ou Casa dos Cunha Reis

É uma casa apalaçada (ou solar), implantada desde o final do século XVIII no Campo das Hortas. Constitui uma das diversas marcas de poder que, ao longo dos tempos, os deões da Sé de Braga imprimiram à cidade. Foi seu impulsionador D. António Alexandre da Cunha Reis da Mota Godinho que adquiriu esta propriedade, onde edificou o imóvel que ainda hoje conhecemos e que foi considerado, à época, como uma das mais significativas construções da zona extramuros de Braga.

Elevador do Bom Jesus

É um funicular que liga a parte alta da cidade de Braga, em Portugal, ao Santuário do Bom Jesus do Monte; é gerido pela Confraria do Bom Jesus do Monte.

Igreja do Bom Jesus

Foi desenhada pelo arquitecto Carlos Amarante, por encomenda do Arcebispo D. Gaspar de Bragança, para substituir uma primitiva igreja, mandada construir por D. Rodrigo de Moura Teles que se encontrava em ruínas. As obras começaram em 1 de Junho de 1784, tendo ficado concluídas em 1811. A fachada é ladeada por duas torres e termina num frontão triangular. Aos lados da porta principal, em nichos, entre as colunas de seis metros de altura, as estátuas dos profetas Jeremias e Isaías, com inscrições em latim. A meio, por cima do grande janelão e escudo de D. João VI, que em 1822 concedeu ao santuário as mesmas honras e prerrogativas da misericórdias.

CABECEIRAS DE BASTO

Mosteiro de São Miguel de Refojos de Basto ou Convento de Refóios

Fica situado na freguesia de Refojos de Basto, em Cabeceiras de Basto. O primeiro documento relativo ao Mosteiro data de 1122. D. Afonso Henriques em 1131 concede carta de couto ao mosteiro. As obras do actual mosteiro tiveram início em 1755, sendo acordadas entre o arquitecto bracarense André Soares e o abade Frei Francisco de S. José. Com o aproximar-se do fim das obras deu-se a chegada ao mosteiro de Frei José de Santo António Vilaça, que ali trabalhou de 1764 a 1770. A fachada da igreja distingue-se pelas suas enormes dimensões, dos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de São Bento – São Bento de Núrcia, e de Santa Escolástica.

ESPOSENDE

Castro de São Lourenço

Encontra-se no monte do mesmo nome, ao Norte de Esposende, perto de Vila Chã, a uma altura de 200m acima do mar, num dos esporões graníticos da arriba fóssil que se estende desde o Monte Faro (Palmeira de Faro) até S. Paio de Antas (Esposende).

Forte de São João Baptista de Esposende também conhecido como Castelo de São João Baptista ou Forte de Esposende

Na freguesia das Marinhas, cidade e Concelho de Esposende. Forte de marinha, tinha originalmente a função de guarnecer a foz do rio Cávado.

GUIMARÃES

Igreja de Nossa Senhora da Oliveira

É uma igreja românica reedificada por D. João I em celebração da vitória na Batalha de Aljubarrota. Contém na sala do capítulo e em duas alas do claustro, elementos românico-mudéjares, que constituem o melhor conjunto deste estilo, em granito, em todo o país. Possui o único conjunto de pintura gótica de tecto em Portugal, em que transparece uma influência ítalo-bizantina e salienta-se ainda o cadeiral seiscentista com espaldares neoclássicos

Castelo de Guimarães

Na freguesia de Oliveira do Castelo, cidade e Concelho de Guimarães. Em posição dominante, sobranceiro ao Campo de São Mamede, este monumento encontra-se ligado à fundação do Condado Portucalense e às lutas da independência de Portugal, sendo designado popularmente como berço da nacionalidade. Classificado como Monumento Nacional, em 2007 foi eleito informalmente como uma das Sete maravilhas de Portugal.

Igreja de São Miguel do Castelo, também chamada de Capela de São Miguel do Castelo

É uma pequena igreja tardo-românica situada na freguesia da Oliveira do Castelo, Guimarães, junto do Castelo de Guimarães.Diz a lenda que teria aqui sido baptizado o primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques, o que parece carecer de fundamento, dado o templo datar do século XIII; ainda assim, guarda-se aqui a pretensa pia baptismal que serviu para tal feito. Na verdade, a Igreja foi mandada construir pela Colegiada de Santa Maria do Castelo, tendo sido sagrada pelo primaz de Braga, Silvestre Godinho, em 1239. Pela sua datação, o românico já não é perfeito, e parece prenunciar em alguns aspectos a ascensão do gótico.

Paço dos Duques de Bragança (tipicamente designado de apenas Paço dos Duques)

Foi construído no século XV, em Guimarães, por D. Afonso, 1.º duque de Bragança, e o estilo borgonhês deste palácio reflecte os seus gostos, adquiridos nas viagens pela Europa, ainda que o aspecto actual tenha sido recriado, de forma polémica, durante o Estado Novo. O palácio ficou vazio quando a família dos Braganças se mudou para Vila Viçosa (para o Paço Ducal de Vila Viçosa). Durante este espaço de tempo, o edifício foi sendo pilhado e perdendo gradualmente a forma original que permanece ignorada. Em 1933, sob a governo de Salazar, foi transformado em residência oficial do presidente depois da sua controversa recuperação. Algumas salas no seu interior compõem um museu, onde se podem destacar belos tapetes persas, tapeçarias flamengas (sobre as conquistas do Norte de África) e pinturas tais como o impressionante Cordeiro Pascal de Josefa de Óbidos ou o retrato de Catarina de Bragança. Prestando a habitual homenagem às proezas marítimas dos portugueses, o tecto da sala de banquetes imita o casco virado de uma Caravela.

Citânia de Briteiros

É um sítio arqueológico da Idade do Ferro, situado no alto do monte de São Romão, na freguesia de Salvador de Briteiros, concelho de Guimarães (a cerca de 15 km de distância a Noroeste desta cidade). Fica também perto dos santuários do Sameiro e do Bom Jesus de Braga. É uma citânia com as características gerais da cultura dos castros do noroeste da Península Ibérica. As ruínas foram descobertas pelo arqueólogo Martins Sarmento em 1875. Consiste, basicamente, nos restos de uma povoação, com traços culturais celtas, murada. Existem, na realidade, três muralhas, com dois metros de largura, em média, e cinco metros de altura. A citânia situa-se num alto, tal como acontece com muitos castros.

Paço de São Cipriano

É um paço português datado do século XV, localizado na freguesia de Tabuadelo a curta distância da cidade de Guimarães. Ergue-se entre elegantes e ricos jardins, fazendo uma sóbria combinação entre uma arquitectura histórica e inquestionavelmente importante e a beleza da natureza.

PÓVOA DE LANHOSO

Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso

Na freguesia e concelho de Póvoa de Lanhoso. Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional. Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).

Santuário de Nossa Senhora do Pilar

Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

TERRAS DE BOURO

A Cascata do Arado

É uma cascata fluvial localizada próxima à aldeia da Ermida, freguesia de Vilar da Veiga. Esta cascata caracteriza-se por se localizar num curso de água de alta montanha, no rio Arado em que o desnível do terreno é vencido por uma sucessão de cascatas que terminam num lago de águas cristalinas nas proximidades da aldeia da Ermida, localizada a Leste das Termas do Gerês. O caminho para esta cascata faz-se a partir da aldeia da Ermida, por uma estrada florestal rodeada de vegetação abundante até ao cruzamento desta com o entroncamento que vai para o sítio de Pedra Bela. A partir deste local faltam cerca de 1 quilómetro e meio até à ponte sobre o rio Arado.

Santuário do S. Bento

São Bento da Porta Aberta caracteriza-se por um templo religioso, situado na freguesia de Rio Caldo, nas proximidades da albufeira da Caniçada. Apresenta-se como o segundo Santuário mais visitado no contexto nacional, por esta razão, o recinto e a zona envolvente tem sido alvo de remodelações e inovações acrescidas, de forma a tornar-se num espaço religioso e turística atractivo. Para favorecer as festas litúrgicas de S. Bento e para a comodidade dos milhares de fieis que o visitam, acrescentaram ao Santuário uma cripta de ampla envergadura numa arquitectura moderna que contempla espaços múltiplos de cariz religioso e cultural

Os espigueiro, também chamado canastro, caniço ou hôrreo

É uma estrutura normalmente de pedra e madeira, existindo no entanto alguns inteiramente de pedra, com a função de secar o milho grosso através das fissuras laterais, e ao mesmo tempo impedir a destruição do mesmo por roedores através da elevação deste. Como o milho requer que seja colhido no Outono, este precisa de estar o mais arejado possível para secar numa estação tão adversa como o Inverno. No território de Portugal Continental, encontram-se principalmente a Norte, em particular na região do Minho. Na Galiza, em Espanha, existem espigueiros idênticos aos que existem em Portugal. Também há estruturas semelhantes nas regiões espanholas de Navarra, Astúrias e na província de León, onde recebem o nome de hórreo.

VIEIRA DO MINHO

Serra da Cabreira

Reza a lenda que a Serra da Cabreira deve o seu nome a uma jovem e bela cabreira que por ali costumava guardar seu rebanho (…). E o povo quis perpetuar para sempre, com toda a justiça, o amor desgostoso da moça pastora. Por isso, deu à serra onde ela vivera a sua grande paixão o nome de Serra da Cabreira e, já que ela queria ser ave e voar, passou a chamar ao rio da Vila do Conde, o Rio Ave...

VILA NOVA DE FAMALICÃO

Igreja Santiago de Antas

Situada em Antas, está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1958. De estilo românico tardio, apresenta já alguns elementos do gótico Começou, no século XIII, por ser a igreja de um mosteiro, sabendo-se que pertenceu ao antigo Mosteiro da Ordem do Templo. Há documentos comprovativos de que em 1549 era propriedade dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Entretanto o mosteiro desapareceu, tendo apenas resistido a igreja que é, presentemente, igreja paroquial, classificada como imóvel de interesse público pelo Decreto 42 007 de 6 de Dezembro de 1958. A planta da igreja é simples simples, sem qualquer tipo de monumentalidade ou sumptuosidade assinalável. As suas características inserem-no no românico regional. Pela sua elevação, é comparada à igreja de Roriz, sua contemporânea.