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Distrito de Aveiro

Monumentos e locais a visitar

 

Estação Arqueológica do Cabeço do Vouga - Águeda

CulturaA Estação Arqueológica cobre duas cumeadas aplanadas, de área desigual e de altimetria diversa, implantadas entre o rio Vouga a norte e o rio Marnel a sul. A sua excelente posição geográfica levou a que, pelo menos, desde a Idade do Bronze aí se tenham estabelecido populações, mantendo-se o local ocupado até à Idade Média. Será contudo, durante a Idade do Ferro e a época romana que mais expressiva se tornou a ocupação do sítio, tanto no cabeço aplanado designado por Cabeço Redondo, como no que lhe fica fronteiro, a sul, designado Cabeço da Mina. Em ambos os sítios foram levadas a cabo acções arqueológicas, a partir dos anos 40, embora sejam os dados existentes no sítio da Mina, aqueles que melhor se tornariam conhecidos, na sequência das escavações de Rocha Madahil em 1941.

Pateira de Fermentelos - Águeda

CulturaA Pateira de Fermentelos é uma lagoa natural, localizada no triângulo Águeda, Aveiro, Oliveira do Bairro, antes da confluência do Rio Cértima com o Rio Águeda, pertencendo na sua parte Sul ao Concelho de Águeda (freguesias de Ois da Ribeira, Espinhel e Fermentelos).
Considerada uma zona húmida de elevada riqueza ecológica, a Pateira de Fermentelos desde cedo se tornou um sistema em que as actividades humanas se integravam perfeitamente na sua dinâmica, permitindo assim a manutenção da lagoa. A prática de uma agricultura drenante e a recolha constante do moliço (para posterior utilização como adubo natural), permitiu a manutenção de uma significativa superfície livre de água e impediu o avanço do pântano. Este equilíbrio, entre a actividade agrícola e a recolha do moliço, conduziu a uma paisagem humanizada de elevada organização e diversidade, na qual a lagoa atingia a sua maior dimensão.
No entanto, as alterações económicas e sociais operadas por volta dos anos 60, reduziram progressivamente a prática de recolha do moliço, permitindo assim o seu livre desenvolvimento. Este processo foi ainda grandemente acelerado pela descarga de esgotos, efluentes orgânicos e industriais e drenagem dos terrenos agrícolas envolventes

Mamoa de Açores - Albergaria-a-velha

CulturaA Mamoa de Açôres ergue-se no Lugar que lhe deu nome, nas proximidades de Albergaria-a-Velha.
Este exemplar megalítico foi construído durante o Neo-calcolítico desta região do actual território português, numa posição-charneira entre as áreas situadas a Sul do Tejo e a própria Beira Alta, sendo nos distritos de Viseu e de Aveiro que se concentra a maior parte dos sepulcros megalíticos identificados até ao momento nas Beiras. "De notar porém que existe nesta área uma gama muito diversificada de arquitecturas e espólios funerários, certamente em articulação com um longo período de vigência do fenómeno megalítico, ainda dificilmente decomponível de acordo com grandes etapas construtivas e de utilização." (JORGE, S. O., 1991, p. 136).
Apesar de ainda não ter sido objecto de investigação, a "Mamoa de Açôres" possui cerca de trinta metros de diâmetro, não se observando, contudo, quaisquer estruturas pétreas que a pudessem ter suportado na origem.

Pelourinho de Angeja

CulturaÉ uma construção, ou reconstrução, do início do século XX, mais precisamente de 1902. Não se sabe se alguns dos seus elementos são uma reutilização do pelourinho primitivo, demolido em data incerta. Sobre este são muito escassas as informações que nos chegaram, apenas sendo possível refazer, em linhas gerais, a história do concelho, considerado um dos mais antigos do país. Integrado nas terras da Feira, teve foral de D. Manuel em 1514, acabando por ser extinto no âmbito das reformas liberais.
O exemplar que hoje conhecemos integra-se nos denominados pelourinhos de bloco, elevando-se sobre dois degraus. Tem uma plataforma paralelepipédica e na base da coluna exibe-se a data de 1902. O fuste cilíndrico apresenta capitel em anel, o remate é formado por um bloco quadrangular com friso nas extremidades e decorado nas suas faces com as armas nacionais e a esfera armilar encimada pela cruz de Cristo.

O Mosteiro de Santa Maria de Arouca

CulturaSituada numa região privilegiada pela Natureza, de largas panorâmicas verdejantes, ocupando o coração de fértil vale, Arouca é, ainda hoje, apesar do progresso, dominada pela massa imensa do seu Mosteiro.
É esta uma dessas tantas povoações que, por toda a Europa, ao longo de dois milénios, nasceu e cresceu à sombra de um Mosteiro, trabalhando para ele os seus habitantes, que, em contrapartida, aí encontravam a instituição que lhes garantia o seu ganha pão e a assistência que a estrutura civil do Estado estava longe de fornecer. Esta secular harmonia entre as coisas do tempo e do espírito, entre quem vivia exclusivamente para Deus e os que lhe garantiam a manutenção, moldou o carácter dos Arouquenses, nobres, trabalhadores, honrados e tementes de Deus e veneradores incondicionais das reconhecidas virtudes da sua Santa Rainha D. Mafalda, impulsionadora definitiva do cenóbio e do burgo, e que em si encarna as qualidades morais de tantas outras religiosas que lhe não ficavam muito atrás.
Arouca foi uma das seis paróquias que na época sueva formavam a Diocese de Lamego, más, já no séc. VII, ao tempo do domínio visigótico, se apresentava dividida na de Moldes e Roças, e no séc. IX, em mais quatro.

Frecha da Mizarela - Albergaria da Serra

CulturaQueda de água de 91 mts, situada na aldeia da Mizarela, dispõe de um miradouro que proporciona uma vista privilegiada sobre a queda de água. É possível descer até ao sopé desta através de acessos pedonais. Esta zona é muito utilizada por amantes de desportos radicais, tais como o rappel.

Pedras Parideiras - Albergaria da Serra

CulturaNa aldeia da Castanheira, deparamo-nos com um fenómeno geológico bastante raro no mundo e único no nosso país. São as chamadas pedras parideiras, afloramentos graníticos que têm incrustados nódulos de biotite. Este mineral vai-se soltando da rocha-mãe por acção da erosão, libertando umas pequenas esferas escuras que parecem nascer da própria pedra. As pedras paridas suscitaram tanto interesse a quem por ali passavaque começaram por leva-las em quantidades tais que foi necessário proceder à vedação do local de forma a evitar que estas desaparecessem. Procurando atentamente é possível, porém, encontrar algumas destas pedras, em muito menor densidade, é certo, em determinadas zonas espalhadas por alguns quilómetros em redor da concentração de Castanheira.

As Trilobites - Canelas

CulturaBem merecem um lugar de destaque, são talvez o melhor achado paleontológico que uma pobre freguesia poderia ter. Do seio das suas montanhas são extraídas as finas lousas que cobrem as casas da região e de outras bem mais distantes. E no meio dessas lousas aparecem preciosos vestígios de animais marinhos fossilizados que viveram há cerca de 490 milhões de anos.Segundo os maiores especialistas da actualidade que visitam o local frequentemente, os exemplares encontrados em Canelas são os maiores do mundo. Estudados no início deste século pelo grande paleontólogo Nery Delgado e na década de cinquenta por Décio Thadeu.
Está actualmente exposta no Convento de Arouca uma preciosa colecção de raros exemplares que foram recolhidos ao longo de dez anos pela empresa exploradora das lousas de Canelas.

Calvário - Arouca

CulturaConjunto de seis cruzes erguidas sobre alto pedestal, um púlpito cilíndrico e um nicho encimado por cruz, em terreno acidentado naturalmente, distribuindo os elementos constituintes de forma irregular, em ascensão, desde o nicho à tríade de cruzeiros no alto do maciço. As cruzes do outeiro apresentam motivos decorativos simples, com capitel quadrangular e base idêntica, rudemente trabalhada, uma delas motivos geométricos na base, assentando diferentemente num embasamento quadrangular. Os restantes elementos são despojados de ornatos

Igreja das Carmelitas

CulturaA igreja pertencia ao antigo convento das Carmelitas Descalças, fundado em 1657, cujos anexos foram totalmente destruídos no início do século XX. É um templo de traça austera, de estrutura arquitectónica maneirista, existindo actualmente uma só nave e transepto saliente com capela-mor rectangular. O programa decorativo do interior vai do maneirismo ao rococó, salientando-se o recheio em talha dourada.

Igreja do Convento do Carmo

CulturaO acesso ao templo do antigo convento carmelita faz-se através de um adro murado, com data de 1711 inscrita no portal. É uma igreja de características maneiristas, mas o seu recheio abrange também os períodos seguintes, com exemplares de barroco e neoclássico. Iniciou-se a sua construção em 1628, sendo o seu interior resultado da reforma joanina.

A Igreja Matriz de Espinho

CulturaIgreja Matriz de Espinho ou Igreja de Nossa Senhora da Ajuda
Igreja construída nos finais do século XIX, com planta em forma de cruz latina de uma só nave, segundo projecto do arquitecto Adães Bermudes. Possui uma torre decorativa e o pórtico da entrada ostenta esculpido um pantocrator e no seu interior podemos encontrar uma imagem de Jesus Cristo feita por Teixeira Lopes em madeira policromada.

Castro de Ovil – Paramos - Espinho

CulturaVários documentos dos séculos X, XI, XII, e XIII incluem referências à actual Barrinha de Paramos, então denominada “ Lagona de Auille”, “Ubile” e “Obil”, nome por que era conhecido um castro da zona.
Apoiados em observações de alguns estudiosos, uma equipa do Grupo de Estudos para a Defesa do Ambiente e Património Cultural de Espinho e Carlos Jorge Alves Ferreira, procederam a pesquisas de campo que culminaram com a identificação do Castro de Ovil na freguesia de Paramos, em fevereiro de 1981.
Adquirido pela Câmara Municipal de Espinho em 1985, a área de implantação do Castro de Ovil foi classificada como imóvel de valor Concelhio em 17 de Julho de 1990.
Situado numa "pequena colina de forma circular, rodeada por um fosso e pelo rio de Paramos", já referido nos documentos medievais, constitui um dos principais marcos históricos do Concelho.
Apesar do Concelho de Espinho não possuir um património arquitectónico muito rico, dever–se-á realçar pequenas características monumentais do Concelho, nomeadamente edifícios que, pela peculiaridade dos seus elementos, conferem ao Concelho uma identidade patrimonial e cultural, não esquecendo a unicidade da malha urbana que a cidade apresenta.

Castro de Romariz

CulturaO Castro de Romariz é um povoado fortificado datado do séc. V A.C., com níveis de ocupação até ao séc. I D.C. Considerada uma das estações arqueológicas mais significativas da região de Entre o Douro e Vouga foi classificada como Imóvel de Interesse Público, pelo Decreto-Lei nº 34 452, de 20 de Março de 1945.
Esta estação arqueológica foi identificada em meados do séc. XIX, com a descoberta de um tesouro monetário – o tesouro de Romariz. Após um largo período de abandono, deu-se início em 1980, a uma nova fase de trabalhos arqueológicos sistemáticos, com o estudo das origens e evolução do habitat castrejo, identificando as diversas fases de ocupação proto-histórica e romana, analisando os aspectos de aculturação face às influências mediterrânicas e aos modelos introduzidos pela romanização.
A entidade tutelar da estação tem por objectivo construir um centro interpretativo que explicará a visita ao Castro de Romariz, proporcionando a devida contextualização cronológica e cultural, o apoio logístico à realização de trabalhos arqueológicos e a guarda e preservação do povoado

Castelo de Santa Maria da Feira

CulturaO castelo de Santa Maria da Feira é um dos mais notáveis monumentos portugueses quanto à forma como espelha a diversidade de recursos defensivos utilizados entre os séc. XI e XVI e que o torna peça única da arquitectura militar portuguesa.

Zoo de Lourosa - Parque Ornitológico

CulturaEm funcionamento desde 1990, é um parques ornitológico moderno e bem organizado. Contando com mais de 500 espécies e cerca de 3.000 aves, reúne exemplares oriundos de todos os cantos do globo, integrados no seu habitat natural, incluindo muitas espécies raras ou em vias de extinção. Realiza visitas guiadas.

Museu de Santa Maria de Lamas

CulturaLocalizado na vila de Santa Maria de Lamas, concelho de Santa Maria da Feira, o Museu de Santa Maria de Lamas (MSML) foi fundado na década de 50 por Henrique Amorim (1902-1977). Este dedicou grande parte da sua vida ao desenvolvimento de Santa Maria de Lamas, obra pela qual lhe foi atribuída a Comenda de Oficial da Ordem de Instrução Pública em 1952. Como amante da Arte que era, Henrique Amorim dedicou-se à recolha de um imenso espólio, esforço esse que culminou na fundação do MSML. A 5 de Março de 1959, inspirado pelo conterrâneo e então Ministro das Corporações Dr. Veiga de Macedo, Henrique Amorim fez doação de um vasto conjunto de bens à Casa do Povo de Santa Maria de Lamas. Entre os bens doados encontrava-se um edifício destinado a Museu, com todo o seu recheio, sito no lugar do Souto, de Santa Maria de Lamas, ao fundo do Parque, conforme consta na escritura de Doação.

Museu Convento dos Lóios

CulturaO Museu Convento dos Lóios é um espaço dedicado à História do concelho de Santa Maria da Feira e da região. Reabriu as portas ao público a 26 de Junho de 2009, depois de profundas obras de remodelação e adaptação a museu municipal. Tem como missão a salvaguarda, valorização e divulgação de testemunhos e memórias do passado como herança histórica e cultural, legados a gerações futuras

Termas de S. Jorge

CulturaUm refúgio de bem-estar!
Na Vila de Caldas de S. Jorge, a 25 km do Porto, encontrará um refúgio para recuperar o seu equilíbrio físico e psicológico, face às tensões da vida moderna.
As Termas de S. Jorge estão vocacionadas para tratamentos de patologias músculo-esqueléticas, vias respiratórias e pele, associando os benefícios da hidroterapia a um espaço que convida ao repouso e ao equilíbrio global.
Numa filosofia de prevenção e promoção da saúde, as Termas de S. Jorge oferecem uma gama de tratamentos vocacionados para o bem-estar físico e psicológico

Convento de Santa Cruz

CulturaO Convento de Santa Cruz do Buçaco localizado na Mata do Buçaco foi construído entre 1628 e 1630 pela Ordem dos Carmelitas Descalços que o ocupou desde 1630 até 1834.
Em 1810 o convento serviu de hospedagem a Arthur Wellesley, Duque de Wellinton que comandava as forças anglo-lusas contra o general francês André Massena na batalha do Buçaco.
Em 1888 foi iniciada a construção do Palácio Real (actualmente Palace Hotel do Buçaco) sobre o mosteiro tendo este sido parcialmente demolido.Actualmente o Convento de Santa Cruz do Buçaco encontra-se aberto ao público como atracção turística.

Palácio do Buçaco

CulturaO Palácio Real, último legado dos reis de Portugal situado na Mata do Buçaco (Luso, concelho da Mealhada), é um conjunto arquitectónico, botânico e paisagístico único na Europa onde está instalado actualmente o Palace Hotel do Bussaco, categorizado como um dos mais belos e históricos hotéis do mundo. Foi classificado como Imóvel de Interesse Público em 1996.
Situado como que magicamente no interior da Mata Nacional do Bussaco assemelha-se a uma Torre de Belém (Lisboa) rodeada de um extenso oceano verde, uma floresta mágica onde se encontram igualmente capelas, fontes, miradouros, uma Via Sacra e um convento.

Mata Nacional do Buçaco (Bussaco na grafia antiga)

CulturaÉ uma área protegida localizada na Serra do Buçaco, freguesia de Luso, concelho da Mealhada. Foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quarto do século XVII, encontrando-se delimitada pelos murros erguidos pela ordem para limitar o acesso a mata

Museu Militar do Buçaco

CulturaO Museu Militar do Buçaco foi inaugurado em 27 de Setembro de 1910, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha, de que se destaca uma peça de artilharia com a respectiva guarnição.
Em paineis, aludindo aos brilhantes feitos de armas praticados, recorda-se com emoção e gratidão o comportamento corajoso e determinado de todas as Unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814). Á sua acção se ficou devendo a defesa da identidade e independência nacionais

Miradouro da Cruz Alta do Buçaco

CulturaÀ altitude de 549 metros, este miradouro proporciona um dos melhores panoramas de Portugal. Para poente fica o mar, surgindo no plano intermédio Anadia e a Mealhada, para nordeste ficam as serras do Caramulo e da Estrela e para sudoeste, fica a serra de Lousã, para além do admirável panorama da floresta, imediatamente em baixo, com o Convento das Carmelitas e o Palace Hotel do Bussaco.

Termas do Luso

CulturaSituado na vertente Oeste da Serra do Buçaco, o complexo das Termas do Luso alia tradição e modernidade. No século XIX foi construído o complexo dos Banhos de Luso que passaria até aos nossos dias por sucessivas ampliações e reconstruções. Alguns dos maiores arquitectos portugueses do século XX deixaram aqui a sua marca, como foi o caso de Cassiano Branco, autor do Grande Hotal do Luso

Igreja Paroquial da Murtosa

CulturaCom o título de Nossa Senhora da Natividade, data o actual edifício da primeira metade do século XVIII. Fachada austera, onde se ergue uma torre à esquerda. O retábulo principal veio duma igreja desafecta do sul do País; dotaram-no, aqui, do sacrário e de degraus do trono, em talhas a imitarem as antigas e foi inteiramente dourado de novo. Data dos fins do século XVII, do barroco. Os dois altares dos flancos embutem-se nas paredes. Composições simples do meado do século XVIII; tendo só duas colunas e estas espiraladas, com grinaldas; pilastras, voltas e faixas carregam-se dos temas simples do tempo. Os colaterais ao arco, posto de ângulo, datam dos fins do séc. XVIII, seguindo os traçados curvos setecentistas, mostrando contudo certas orientações da nova fase. Reservam vasto espaço destinado aos titulares, que é ladeado de duas colunas, completado de alta cabeceira recortada; as colunas enleiam-se duma grinalda, mas só de ligeiros festões pendentes no terço inferior. Colocaram nas paredes da capela-mor, seis grandes panos de azulejo, modernos, de cenas agiográficas, da antiga fábrica da Fonte Nova, de Aveiro.

Igreja Matriz de Oliveira de Azeméis

CulturaFundada no início do século XVIII, conserva o cunho setecentista, apesar de algumas remodelações de que foi alvo. Na fachada de azulejo é possível admirar, em nicho central, uma composição escultórica representativa do padroeiro, S. Miguel a derrubar o Espírito do Mal. O interior compõe-se de um átrio, que corresponde ao coro alto, uma nave e uma cabeceira; nos flancos abrem-se capelas secundárias. O retábulo principal, do tipo joanino, ostenta de cada lado duas colunas torcidas. (Imóvel de Interesse Público)

Parque La Salette - Oliveira de Azeméis

CulturaParque rodeado de canteiros floridos, destacando-se um lago e um santuário. Considerado o ex-líbris de Oliveira de Azeméis, constitui um agradável espaço de lazer, com vista sobre a paisagem circundante, nomeadamente São João da Madeira, os rios Antuã e Caima, a Bairrada e Oliveira de Azeméis.

Igreja Matriz de Ovar

CulturaDe entre o Património construído do concelho de Ovar, constitui uma referência a Igreja Matriz de Ovar. Um edifício do último quartel do século XVII, que sofreu inúmeras remodelações, até aos nossos dias. Apresenta uma planta longitudinal, com três naves separadas por colunas toscanas, duas capelas laterais, dois púlpitos, um coro alto assente num arco abatido e uma fachada imponente, rodeada por duas torres sineiras. Num pequeno nicho da fachada, revestida a azulejo em 1927, encontra-se uma imagem, de calcário, do padroeiro S. Cristóvão, que data de finais do século XV, sendo a peça mais antiga do conjunto.

Igreja Matriz de Válega

CulturaTem como titular Santa Maria. A sua construção foi iniciada em 1746, tendo-se as obras arrastado por mais de um século. O edifício espaçoso e altaneiro apresenta frontaria com torre integrada à esquerda. O retábulo principal, do século XVIII, merece destaque, além da pia baptismal – a peça mais antiga dos começos do século XVI - executada em pedra ançã. No interior sobressaem as intervenções do século XX, nomeadamente, os tectos em madeira exótica, custeados pela Família Lopes e os exuberantes revestimentos em azulejo - da Fábrica Aleluia de Aveiro - além dos vitrais – de Madrid - doados pelo Comendador António Maria Augusto da Silva, que impôs as temáticas e a policromia

Dólmen da Arca da Cerqueira

CulturaAproximadamente a 8 Km de Sever do Vouga encontrará este monumento de elevado valor arqueológico. Impondo-se pelas suas grandes dimensões, este vestígio bem conservado do Homem do período megalítico integra-se num vasto conjunto de monumentos funerários.

Capela do Espírito Santo - Vagos

CulturaEsta capela situa-se à saída da Vila de Vagos, para o lado norte. Em tempos, teve esta capela a invocação do Espírito Santo.
Esteve abandonada bastantes anos e correu o risco de ser demolida. A capela tem forma circular e, sendo tão pequena, tem apenas um altar.

Trebilhadouro

CulturaNa freguesia de Rôge localiza-se um dos tesouros paisagísticos do Município: a aldeia de Trebilhadouro, desabitada há cerca de 15 anos.
Encaixada nos socalcos da Serra da Freita, Trebilhadouro torna-se apetecível pelas suas casas antigas em pedra, pelos seus arruamentos desenhados entre esquinas e campos de cultivo, espigueiros, celeiros, a Casa do Forno e uma eira banhada pela luz natural nos dias primaveris.
Rodeada pela serra do Trebilhadouro e o Alto do Galinheiro, é zona de microclima, pois é abrigada dos ventos que sopram do Norte. Do alto destes montes avistam-se o mar e a ria de Aveiro, bem como outras cidades do Litoral, todo o Vale de Cambra e a Serra da Freita. É também aqui que nasce um ribeiro que desagua no rio Caima, cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas.
Para assegurar a sua preservação a Câmara Municipal realizou uma candidatura ao programa Operacional da região Norte, com um projecto que visa ainda sensibilizar a população para a defesa do território local.

Praia Fluvial de Cabrum

CulturaNa freguesia de Arões, a Praia Fluvial de Cabrum aproveita o belo recurso de água natural que passa no local: o Rio Cabrum e toda a envolvente paisagística natural e construída, incluindo os moinhos de água, para se tornar ponto de encontro de vários turistas e habitantes que pretendem refrescar-se e fugir às temperaturas elevadas que durante o Verão são características desta região do país.
A Praia Fluvial de Cabrum está equipada com zonas de lazer e de merendas, espaços verdes, locais para passear atravessando o rio, acessos pedonais e zonas de estacionamento.